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sábado, 22 de maio de 2010

Música: a volta do vinil e dos LPs

Do portal La Información

En el mundo de la copia digital los CDs han dejado de tener valor. Ocupan mucho espacio y no ofrecen un valor añadido sobre el mp3. "Ya no compro CDs de segunda mano pero si me traes vinilos les echo un vistazo", nos dice el dueño de una tienda de compra-venta de discos en Malasaña, Madrid.
El vinilo no soluciona el problema del espacio, muy al contrario, lo empeora. Además, no es barato. Hay que levantarse para escuchar la cara b. Se ensucia y se raya. El ordenador no lo reproduce. Se copia mal.
Todos esas engorrosas desventajas han dejado de importar porque el vinilo sí aporta un valor añadido sobre el mp3: las portadas son bonitas, el sonido es cálido, el objeto vuelve a tener importancia.
En la tienda de discos cd drome certifican que "hay gente que sólo compra vinilo" y se trata de "gente joven que no les gusta el CD, es otra generación que vivió con el mp3" y, de invertir en música, prefieren hacerlo en el vinilo. En esta tienda, con sede en Barcelona y Madrid, se vende aproximadamente un 60 por ciento de CDs y un 40 por ciento de vinilos.
Otro dato singular es que, pese al tópico, los dj's han dejado de comprar vinilos. Los discos de vinilo son, hoy, territorio para los verdaderos amantes de la música. Y cuanto más underground, mejor.
El pasado 17 de abril, se celebró en Inglaterra el Record Stores Day, para el que algunos grupos fabricaron tiradas limitadas de discos exclusivos que se vendieron en un suspiro, como este single de 7'' de Blur.

CDs arrinconados

Commercial Records es una nueva tienda de discos de Madrid, abierta hace siete meses, en plena crisis. Su dueño, Nacho, vende prácticamente sólo vinilos. Los CDs se han ido arrinconando poco a poco, por una tendencia natural de sus compradores. He aquí el dato: sólo el 5 por ciento de las ventas del mes de abril han sido CDs.
"Es la lógica del mercado", explica Nacho. "La mayoría de la clientela es más proclive a comprar vinilos, pero a lo mejor es por el tipo de música". Commercial Records vende punk, out-rock, sonidos ásperos y sucios que suenan mejor en un vinilo que en la cristalina calidad de un CD.
Ahora la tienda se lanza, también, a la edición de discos. De vinilo, claro. Lo hará próximamente con el debut de Cuerpos, que se venderá en vinilo pero se podrá descargar gratuitamente desde Bandcamp. "Creemos que el post-punk que hace Cuerpos se escuchará mejor en vinilo" y añade que le grupo tuvo una oferta para debutar en CD con otro sello, pero optaron por regalar la descarga y vender el disco de vinilo.
El precio medio de las novedades en vinilo está en 16 euros, que es un precio asequible. Pero los sellos buscan ideas para competir con las descargas, por lo que publian ediciones deluxe con vinilos de 180 gr, a veces dobles, con extras, que pueden incluir también el mismo disco en CD o un cupón de descarga, y que se venden muy bien a pesar de ser más caros.
En España están apareciendo multitud de pequeños sellos independientes que eligen el vinilo como soporte. El sello Giradiscos acaba de editar a Lüger en vinilo y, en una táctica que es habitual, regalar la descarga del disco en internet.
El logo del sello Discos Humeantes es, de hecho, un vinilo echando humo. Editan 12'' y 7'' de grupos como Fabuloso Combo Espectro, Mujeres, Los Plátanos o Los Steaks. No encontrarás CDs en su tienda online.
Otros que tienen un vinilo como logo es el sello Repetidor, que editarán próximamente a Dúo Cobra. Este sello catalán opta por vender los tres formatos: mp3 (a 9.99 euros), CD (a 10 euros) y vinilo (a 12 euros).

Más barato, más real

"Nos han querido vender un formato que era el CD y que tenía más calidad y mejor registro, en teoría, pero que es algo totalmente falso para mí" argumenta Carlos Vega de la distribuidora de vinilos Atmósfera Abrupta. "Para mí, el sonido análogico, incluyendo sus ruidos, es mucho más natural que la ultralimpieza del CD". añade.
Replicar un CD en una fábrica puede costar en torno a dos euros. La industria discográfica aprovechó esos costes mínimos para repercutir en el precio los enormes gastos promocionales, los beneficios de otra época, los intermediarios. "El CD era un formato mucho más barato que el vinilo pero nos lo han vendido mucho más caro", admite el distribuidor de vinilos.
"Mucha gente se está enganchando al vinilo y es gente muy joven" afirma rotundo Vega, confirmando el dato que aportaba la tienda de discos al inicio de este reportaje. "El cansancio del mp3, el tener todo disponible y todo gratis, ha saturado una parte del mercado, pero en realidad nos hemos dado cuenta de que cuando tienes toda la música a tu disposición pierde algo, y hace que te distancies de ella", explica. "El vinilo siempre será un objeto de coleccionismo, tiene un punto fetichista y un punto melómano, es otro mundo".

Operadoras de cabo estão livres para atuar em qualquer cidade

Do M&M Online

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) suspendeu a limitação e, relação ao número de prestadoras de serviço de TV por assinatura nessa última quinta-feira 20. Com a medida, a agência pretende eliminar as barreiras que bloqueiam a entrada de novos players no setor.
A nova decisão da agência altera a antiga regulamentação feita pelo Ministério das Comunicações, no ano de 1997 e marca, também, a retomada do processamento de mais de cem mil pedidos de entradaa no setor de TV por assinatura.
A restriçãolimitava a quantidade de operadoras que poderiam atuar no segmento em cerca de 900 minucípios do País.

Telefonia celular:linhas chegam a 180,7milhões

Do M&M Online

O Brasil ultrapassou a barreira dos 180 milhões de telefones celular em operação. No mês de abril,a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou a habilitação de 1.655.637 novas linhas, totalizando a marca de 180.765.438 celulares em funcionamento no Brasil.
Contabilizando o crescimento do número de celulares no ano de 2010 (de janeiro a abril), o salto é o maior já registrado no primeiro quarto trimestre do ano pela Anatel. Até o final de abril, a agência havia habilitado 6.806.070 novos telefones móveis.
Do total dos telefones em uso no Brasil, 82,36% funcionam pelo sistema pré-pago (o que corresponde a um total de 148.874.754 milhões de aparelhos) e os 17,64% restantes (31.890.684 celulares) pertecem a base de telefones pós-pagos.
A teledensidade - índice criado pela Anatel para contabilizar o número de celulares em cada grupo de 100 habitantes - também cresceu. Em abril, essse índice alcançou a marca de 93,8 acessos para cada grupo de 100 pessoas.

Operadoras


A Vivo segue como líder do mercado, respondendo por 30,14% dos celulares em funcionamento do Brasil - que correspondem a um total de 54.477.719. A vice-lidernaça permanece com a Claro, que opera 46.044.159, que equivale a 25,47% do mercado de telefonia móvel. A terceira posição continua com a TIM, que detém a fatia de 23,72% do setor (42.886.139 de telefones), seguida pela OI, com 36.700.424 celulares habilitados e 20,30% da fatia do mercado.

Livro: José Marques de Melo lança "Walquírias Midiáticas"‏

Por Ana Lúcia Moura, da UnB Agência

As valquírias eram corajosas mulheres louras de olhos azuis. Montadas em cavalos alados e armadas com elmos e lanças, cavalgavam nos céus e ajudavam a determinar o curso das guerras. Zélia Leal Adghirni tem os cabelos louros, os olhos azuis e a valentia das valquírias. Mas foi a consistência e a relevância histórica de suas pesquisas que lhe garantiram o título concedido por um dos maiores teóricos da comunicação do país, o jornalista, professor e pesquisador José Marques de Melo.

Em seu mais recente livro, ele descreve a vida e a obra de sete pesquisadoras consideradas por ele como ícones da vanguarda brasileira no campo acadêmico da comunicação. Zélia Leal, professora da Faculdade de Comunicação da UnB há 20 anos, é uma delas. As outras seis são Adísia Sá, da Universidade Federal do Ceará, Lucia Santaella, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), Sônia Virgínia Moreira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e Anamaria Fadul, Maria Immacolata e Cremilda Medina, da Universidade de São Paulo (USP). O livro será lançado nesta quinta-feira, 20 de maio, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Antes de receber o título de valquíria, Zélia foi acompanhada durante quase dois anos pelo professor Francisco de Assis, um dos orientandos de José Marques de Melo na Universidade Metodista de São Paulo. Seu trabalho foi dissecado e sua história repassada. “A ideia inicial do pesquisador era avaliar o trabalho de vários estudiosos da comunicação, homens e mulheres em igualdade de participação. Nem se pensava ainda em livro”, conta Francisco. “Mas, no processo de realização dos perfis, os textos que demonstraram consistência metodológica e relevância histórica focalizavam exclusivamente as mulheres”, explica José Marques na introdução da obra.

Zélia reclamou do título. Achou por demais exagerado. Outras valquírias também. José Marques não cedeu. “As valquírias eram mensageiras. E todas as pesquisadoras também foram. Mais que isso, são guerrilheiras da profissão”, afirma Francisco.

PESQUISAS - Professora da UnB desde 1991, Zélia lecionou as disciplinas “Edição Jornalística”, “Análise e Opinião”, “Notícia e Mercadologia”, “Jornalismo e Sociedade”, “Teorias da Comunicação” e “Realidade Regional”. Foi diretora da Faculdade de Comunicação, chefe de departamento por duas vezes, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e criadora do grupo “Jornalismo e Sociedade”, versão brasileira da rede de estudos de comunicação, com sede na França, que envolve 27 pesquisadores de vários países.

De 1994 para cá, formou 12 mestres e quatro doutores. Além do mestrado, doutorado e pós-doutorado, sua produção acadêmica inclui nove artigos publicados em revistas científicas, dez capítulos de coletâneas e 14 trabalhos apresentados em eventos.

O trabalho de Zélia na academia se concentra nas diferentes manifestações do jornalismo na sociedade, como as relações entre imprensa e poder, comunicação e instituições e assessorias de imprensa. O jornalismo on-line e os blogs são atualmente seus principais temas de pesquisa. Ela foi uma das primeiras a estudar a migração das redações dos jornais para a internet. O tema foi objeto de pós-doutorado em 2000 na Universidade de Rennes 1, na França.

Fora da universidade, Zélia foi uma das fundadoras da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo e coordenou o Grupo de Trabalho de Jornalismo da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação. Em 2007, foi indicada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação para compor júri que selecionou os candidatos às bolsas de pesquisa oferecidas pelo Instituto Itaú. É também uma das grandes defensoras da obrigatoriedade do diploma de jornalista.

PAIXÃO - O trabalho de Zélia é resultado não apenas dos 20 anos na UnB, mas de uma vida dedicada ao jornalismo. Foi em Colônia Nova, no interior do Rio Grande do Sul, em 1954, aos cinco anos, que ela se apaixonou pelo jornalismo. Embolada entre o pai, a mãe e os irmãos em torno de um rádio, ouviu o Repórter Esso anunciar que o então presidente Getúlio Vargas cometera suicídio. Ficou fascinada com a possibilidade de existir alguém que contava histórias reais e imediatas para as pessoas. “Naquela manhã fria, tornei-me jornalista”, lembra.

A mensagem do rádio não foi a única influência. Comerciante e transportador de cargas, o pai de Zélia trazia das viagens que fazia jornais, livros e revistas. Zélia lia tudo. O empurrão que falta aconteceu anos mais tarde, em Camaquã, outra cidade do interior gaúcho. Foi lá que Zélia conheceu Cremilda Medina, outra valquíria eleita por José Marques. “Digo sempre que minha mãe me deu à luz. A Cremilda me deu a luz. Sem crase”, brinca Zélia.

Cremilda foi professora de Zélia na escola normal. Ali influenciaria a discípula não só na paixão pelo jornalismo, mas na defesa de ideias de esquerda. Escondida dos pais, Zélia se tornou militante do movimento estudantil e quase foi presa. Ameaçada pelos militares, deixou o Brasil em 1974, depois de estagiar na Folha da Tarde e se formar em jornalismo. Foi para a França, onde estudou Ciências Sociais no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas de Lyon.

Em 1974, voltou ao Brasil, período em que trabalhou na Folha da Manhã e ajudou a fundar o Coojornal, marco na trajetória da imprensa brasileira. Colaborou também com o Correio do Povo e com a Rádio Guaíba. De volta à França, diante do cenário brasileiro ainda conturbado, foi correspondente do Estado de S. Paulo, Folha da Tarde e, novamente, do Coojornal.

Em 1983, quatro anos depois de se casar em Lyon com o arquiteto marroquino Ali Adghirni, mudou para Rabat, capital do Marrocos. Por sete anos, atuou na imprensa marroquina de expressão francesa. Foi repórter da revista Lê message de la nation e trabalhou em vários jornais, entre eles Le Matin du Sahara e L’Opinion. Além do trabalho na imprensa, foi convidada a lecionar na Escola Superior de Jornalismo de Rabat. “Já tinha o doutorado, mas tinha a impressão de que eu nunca iria me tornar uma professora”, contou a Francisco. Não só virou professora, como valquíria midiática, na expressão de José Marques. E também mãe, de dois filhos, um deles jornalista, que criou sozinha depois da morte do marido.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Estágio: embaixada britânica seleciona estagiário de jornalismo

A Embaixada britânica está selecionando estagiário de jornalismo para atuar na área de Comunicação e Mudanas climáticas. A bolsa é de dois salários mínimos, R$ 1.020,00, e o candidato precisa ter concluído pelo menos 50% do curso de jornalismo.

Mais detalhes, abaixo, em inglês.

The British Embassy invites applications for the above part time position.

The Press and Communications Intern will be integral to the Climate Change, Energy and Sustainable Development team at the British Embassy in Brasilia. Under the supervision of the Climate Change Communications Programme Manager, the intern will be responsible for monitoring of press coverage on climate change issues in Brazil; translating press releases and press articles relating to climate security issues; support the communication of UK action to combat climate change and handling press requests; maintaining the internet and intranet sites; writing climate change newsletters; and support the organisation and liasing with the press for high-level visits.

Essential requirements: Candidates must be enrolled in either Communications or Journalism undergraduate courses in an accredited university (from 50% of course); A good knowledge of the media in Brazil and some knowledge of climate change issues. Excellent presentation and communication skills. Communication skills are required in both spoken and written English and Portuguese, as well as strong IT skills (Microsoft Office). The successful candidate will be a strong team player, flexible and a good multi-tasker and be an excellent communicator.

Outras informações, clique aqui

TV Brasil lança na segunda-feira seu canal internacional

Da EBC / TV Brasil


A TV Brasil dará início na segunda-feira, dia 24 de maio, às transmissões de seu canal internacional, que começará a ser distribuído pelo continente africano. O lançamento acontecerá em solenidade no Itamaraty, às 15 horas, com a participação do presidente Lula e de representantes da comunidade africana, que será transmitida para a África pelo Canal Internacional.

Como toda TV Pública nacional, a TV Brasil vem planejando há algum tempo seu canal internacional, destinado a divulgar informações sobre o país, sua cultura, seu povo, suas riquezas e suas oportunidades. Atenderá ainda a uma forte demanda da comunidade de brasileiros emigrados para que a programação da TV Pública seja oferecida no exterior. O Brasil tem hoje mais de três milhões de brasileiros que vivem em outros paises. Eles apresentaram esta reivindicação na II Conferência de Brasileiros no Mundo, organizada pelo Itamaraty em Outubro passado.

A partir de segunda-feira, o sinal estará disponível em 49 países africanos (lista de paises no final do texto). O canal será transmitido em Língua Portuguesa, como os canais das TV públicas internacionais (BBC/Inglaterra, RTVE/Espanha, RAI/Itália, Canal Cinq/França, NHK/Japão). A programação será composta por conteúdos da própria TV Brasil, selecionados com ênfase em aspectos informativos e culturais sobre o Brasil, ajustados ao fuso horário de Angola, que é de quatro horas a mais que o fuso de Brasília. O telejornal Repórter Brasil, por exemplo, será transmitido ao vivo, chegando ao continente africano à uma hora da manhã, sendo reprisado depois no início da manhã. Haverá ainda, na grade africana, três programas criados especialmente para o canal internacional. O Conexão Brasil, que situa a posição do Brasil em relação a grandes temas mundiais; O Brasileiros no Mundo, voltado para as comunidades de emigrados, e o Fique Ligado, uma agenda cultural para os brasileiros que vivem no exterior.

Para ter sua programação distribuída no continente africano, a TV Brasil firmou acordo com a operadora Multichoice, maior operadora de TV por assinatura do continente, que opera através dos sistemas DTH e cabo. O canal TV Brasil Internacional estará em seu pacote básico, sem custos adicionais para o assinante. Os 49 paises que serão alcançados pela Tv Brasil Internacional têm uma população de 559 milhões de pessoas. Neles, 2,5 milhões são assinantes da operadora Multichoice. Entre eles estão cinco paises de Língua Portuguesa: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe.

Para a montagem do canal, a Empresa Brasil de Comunicação teve pouquíssimos gastos operacionais. O satélite que está sendo usado já era utilizado para distribuir o Canal Integración, canal criado em 2003 pela antiga Radiobrás, em parceria com os três poderes da República e TVs latino-americanas, com o objetivo de fortalecer a idéia da integração continental. Depois de cumprir este importante papel, a parceria foi encerrada e o satélite utilizado para distribuir o novo Canal Internacional. A programação é a do canal doméstico, com exceção dos três programas específicos já mencionados.

Em breve, a TV Brasil Internacional chegará aos Estados Unidos, aos paises da América Latina, ao Japão e à Europa.

Lista dos paises que serão alcançados pelo canal internacional da TV Brasil.
  1. Angola

  2. Benin

  3. Botsuana

  4. Burkina Faso

  5. Burundi

  6. Camarões

  7. Arquipélago de Cabo Verde

  8. República Centro Africana

  9. Chade

  10. Comores

  11. Congo

  12. Costa do Marfim

  13. República Democrática do Congo

  14. Djibuti

  15. Guiné Equatorial

  16. Eritréia

  17. Etiópia

  18. Gabão

  19. Gana

  20. Guiné

  21. Guiné Bissau

  22. Quênia

  23. Lesoto

  24. Libéria

  25. Madagascar

  1. Malawi

  2. Mali

  3. Mauritânia

  4. Maurícios

  5. Mayotte

  6. Moçambique

  7. Níger

  8. Nigéria

  9. Reunião

  10. Ruanda

  11. São Tomé e Príncipe

  12. Senegal

  13. Seychelles

  14. Serra Leoa

  15. Somália

  16. Santa Helena

  17. Sudão

  18. Suazilândia

  19. Tanzânia e Zanzibar

  20. Gâmbia

  21. Togo

  22. Uganda

  23. Zâmbia

  24. Zimbábue


Marketing digital cresce e atrai estrangeiros

Do DCI

O crescimento da internet no Brasil e a expansão das agências digitais nacionais estão atraindo grupos internacionais de publicidade, como WPP, Acxiom e Publicis, que acabam de anunciar aquisições e abertura de agências no País. O segmento, que reúne cerca de duas mil empresas, espera crescer 30% em comparação ao ano passado, ante a previsão de alta de 12% do mercado publicitário. Em 2009, o segmento movimentou R$ 950 milhões e atingiu 4,3% do bolo publicitário. "Entre janeiro e fevereiro, o meio já cresceu 34% em relação ao mesmo período do ano passado", afirma Ari Meneghini, diretor do Interactive Advertising Bureau (IAB), entidade que representa a mídia interativa no Brasil.
As agências Mídia Digital e I-Cherry, compradas pelo WPP, esperam crescer 40% e buscam concorrência por novas contas. No ano passado, as receitas das duas agências somaram US$ 5,3 milhões, com ativos brutos de US$ 1,5 milhão. As duas companhias foram fundadas em 1995, em Curitiba e São Paulo, e atuam, respectivamente, em marketing interativo e pesquisas digitais. O WPP não revela o investimento feito nas aquisições, mas reforça sua posição em avançar no segmento e em regiões emergentes. "Este é o tipo de negociação que se encaixa perfeitamente nos objetivos de expansão de nosso portfólio digital e aumenta nosso desejo de assegurar que sejamos uma empresa dominante neste importante mercado em ascensão, que é o Brasil", disse Ann Newman, vice-presidente executiva para América Latina da WPP.
Os investimentos em marketing digital e em operações na América Latina, Ásia, Europa Oriental, Oriente Médio e África estão entre as estratégias do grupo britânico WPP para crescer em 2010. O presidente do grupo, Martin Sorrel, anunciou que este ano investirá 100 milhões de libras esterlinas (US$ 152,9 milhões) em aquisições, especialmente no setor digital. No primeiro trimestre, o grupo registrou crescimento de 9% na receita de marketing digital, enquanto a receita total teve queda de 2%, para 2,1 bilhões de libras esterlinas.
O empresário Guilherme Gomide, presidente da agência Mídia Digital, afirma ter sido sondado por outros grupos globais de propaganda do porte do WPP e também por fundos de investimento. "A proposta do grupo britânico interessou mais pela sinergia entre os nossos clientes e os do grupo e por oferecer uma perspectiva de longo prazo, que dará impulso à nossa operação", afirmou o empresário.
A sinergia diz respeito ao atendimento das contas de HSBC e Johnson & Johnson pela Mídia Digital, anunciantes que também são clientes de outras agências do grupo WPP no Brasil, como a JWT, por exemplo. "Já tínhamos uma projeção para América Latina, que se acentua com a parceria, de compra de mídia e criação de campanhas com foco em Argentina, México, Uruguai e Chile para as contas de HSBC e BuscaPé", detalha o executivo.
A agência vinha crescendo a taxas superiores aos 20% do mercado digital e foi impulsionada durante a crise, que levou os anunciantes a investirem mais na internet que em outros meios, para reduzir custos. "Crescemos 89% entre 2007 e 2008, e mais de 30%, de 2008 para 2009, durante a crise", comentou.

Internacionalização

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