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terça-feira, 7 de agosto de 2012

EUA: Midia terá que informar quem paga a propaganda eleitoral

De Medioslatinos
 
De acuerdo con el periódico Washington Post, los dos principales partidos y sus grupos afiliados han gastado desde el pasado mes de noviembre, cerca de 270 millones de dólares USA en spots de campaña. Frente a estas cifras millonarias, la Comisión Federal de Comunicaciones (FCC) de Estados Unidos está obligando a los medios de comunicación para hacer que el financiamiento de la propaganda electoral sea más transparente. 
En el futuro, se detallará en un sitio web de la FCC qué individuos y grupos han pagado qué montos para financiar spots electorales. Los medios de comunicación más importantes de los Estados Unidos, incluyendo las cadenas de TV NBC News (ComcastNBCU), ABC News (Walt Disney), Fox News (News Corp.), Hearst Co. y las empresa de periódicos Cox y Gannett se habían opuesto hasta el momento de manera vehemente a la divulgación de esta información. 
El presidente Obama lidera las estadísticas de gastos en anuncios televisivos, con unos 78 millones de dólares, seguido por su rival Mitt Romney, que ya lleva gastados 47 millones. Sólo una cuarta parte de los anuncios de campaña se han orientado a publicitar en forma positiva a los candidatos presidenciales. Las otras tres cuartas partes de los anuncios se han orientado a difamar a los contrincantes políticos.

Información publicada en el sitio web www.mediadb.eu. Para más detalles haga click aquí.       

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Agências latino-americanas criam portal comum de notícias

De Medioslatinos

La Unión Latinoamericana de Agencias de Noticias (ULAN) celebró recientemente un encuentro en Bolivia, del que participaron representantes de agencias de noticias de Argentina, Brasil, Venezuela, Paraguay, México, Ecuador, Cuba, Guatemala y Bolivia. En este encuentro se decidió la creación de un portal de noticias común, que sirva como referencia informativa para América Latina y el mundo. 
Esta nueva agencia permitirá a los medios de comunicación acceder a información sobre la región de manera libre y manera gratuita. Según la Ministra boliviana de Comunicación, Amanda Dávila, la creación de este portal es "un paso muy importante con el afán de democratizar la información (...) Este portal permitirá que todos los medios de comunicación bajen información de todos los países latinoamericanos de manera gratuita, libre y sin restricciones para que se pueda publicar en cualquier medio, sean estatales o privados", declaró la funcionaria boliviana. 
Otra de las decisiones tomadas durante el encuentro fue la incorporación a ULAN de la agencia peruana de noticias Andina.

Información publicada en el blog de periodismo 233 Grados . Para más detalles haga click aquí.

domingo, 5 de agosto de 2012

Concurso do INPA cria a figura de jornalista de nível médio

Além de criar a figura do jornalista de nível médio, edital estabelece regras gerais pelas quais seis meses de estágio supervisionado valem mais do que quatro anos de faculdade e a mesma coisa que um mestrado lato senso

O edital nº 01/2012, lançado em 06 de junho de 2012 pelo Instituto de Pesquisa da Amazônia – INPA, órgão ligado ao ministério de Ciências e Tecnologia, chama a atenção pelo seu inusitado. O organismo privilegia em sua seleção pessoas com pouca ou nenhuma formação acadêmica, mas com experiência prática em detrimentos de diplomados. Pelo menos, é isso que está acontecendo na seleção de jornalistas que atuarão no órgão divulgando a Ciência e Tecnologia desenvolvida na Amazônia.
O edital seleciona 91 profissionais de diversas áreas. Duas delas são para a contratação de Técnico de Comunicação Social. São duas vagas: sendo uma para deficiente físico. O salário é de R$ 2.546,13.
Até ai tudo bem.
Mas, talvez influenciado pela decisão do Supremo Tribunal Federal em tornar inconstitucional a exigência de curso superior em Jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, o instituto pretende selecionar algo que não existe: jornalista de nível médio. E contrariamente ao que decidiu o STF ele exige do candidato nível médio completo ou diploma de técnico de Comunicação Social.
Vejam as exigências de formação profissional:
"Pré-requisitos: Ensino médio completo e mínimo de 1 (um) ano atuando na área de comunicação social ou ensino médio completo e curso Técnico na área de Comunicação Social.
Pela decisão do STF, a exigência de qualquer formação acadêmica é considerada inconstitucional, pois ela fere, na visão da Corte, a liberdade de expressão. Além disso, inexiste curso técnico de Comunicação Social reconhecido no Brasil. Outra curiosidade: ao contrário das normas tradicionais dos editais de concursos, não há exigência que o diploma do candidato seja reconhecido pela autoridade competente, nem é exigido o registro profissional, que não foi afetado pela decisão do STF.
Numa área tão especializada, como é o campo da divulgação científica, seria altamente temerário optar por alguém que apenas completou o secundário. O edital do INPA traz distorções altamente negativas para o próprio poder público e, conseqüentemente, para a sociedade, que fica privada de informações de boa qualidade. Como delegar a divulgação de temas tão complexos como biodiversidade a quem possui apenas o nível médio? O concurso, ao contrário, deveria exigir jornalistas com especialização em jornalismo científico ou ambiental.
Embora aceite “profissionais” que só acabaram o secundário, o INPA exigirá deles conhecimentos que só são ministrados nas escolas superiores de Jornalismo e, em alguns casos, nas de Relações Públicas, profissão regulamentada em lei que exige formação universitária.
Confira as exigências para a prova do concurso:
"Articulação dos códigos comunicacionais nas novas mídias. As diversas formas de jornalismo (on-line, rádiojornalismo, telejornalismo, comunitário, documentário) e seu papel no mundo global. Perfil do jornalismo com o advento das novas tecnologias. Tipos de reportagem e de entrevista. Titulação. Edição: sistemas de fechamento, possibilidades técnicas (selos, tarjas, infografia, fios, olhos, olhos-legenda, textos-legenda, ilhas, boxes, quadros, inserts fotográficos, retículas). O texto jornalístico - características: a estrutura da notícia. Números e siglas. Uso correto da língua portuguesa. Jornalismo Institucional: 1) A produção da notícia e as rotinas da assessoria de imprensa. O papel do assessor. Atendimento à imprensa. Técnicas de redação. Sugestões de pauta, releases e artigos. Organização de entrevistas. Produtos de uma assessoria de imprensa. Mecanismos de controle da informação.
2) Pauta institucional.
3) Canais e estratégias de comunicação interna.
4) Métodos e técnicas de pesquisa.
5) Comunicação pública.
6) Jornalismo público.
7) Veículos de comunicação internos e externos.
8) Clipping, clipping eletrônico.
9) Produção de releases, comunicados e notas oficiais."
É possível que as regras definidas pelo edital sejam fruto de alguma política simplista de economia de recursos. Como dito anteriormente, o salário oferecido é de R$ 2.546,13. Se optasse pelo certo, selecionar jornalistas com formação de nível superior, o salário a ser pago pelo INPA seria quase três vezes maior, chegando a R$ 7.017,92. Estará o governo federal inventando uma subcategoria de jornalista, de nível médio, apenas para gastar menos? Pagar salários menores em detrimento da eficiência profissional? Estamos falando de servidor que vai entrar para os quadros permanentes da instituição com a missão de divulgar os avanços científicos do Brasil.
A confusão do edital ainda vai mais longe, ao misturar tarefas de profissionais de comunicação com as de técnico em computação. Diz o texto que os selecionados serão responsáveis por:
"Elaborar conteúdos jornalísticos; realizar entrevistas; usar mídias de interesse para projeção de informação; preparar textos e planilhas em ambientes computacionais; auxiliar usuários."
Num momento em que o governo federal busca romper as fronteiras da ciência, não será avaliado o conhecimento de nenhuma língua estrangeira. Nem Inglês, Francês ou Espanhol. Nada, os secundaristas nem precisarão dominar as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, já em vigor. O edital informa que elas não serão consideradas.
Outra lambança do edital do INPA se refere à prova de títulos. Se o candidato possuir uma graduação universitária na área da vaga – e esta deve ser a maioria dos cargos dos jornalistas formados que desejarem entrar no concurso – ganhará pelos seus quatro anos de faculdade 3 pontos. Agora se o candidato for ainda um estudante de Jornalismo ou mesmo um secundarista e já tiver realizado um estágio de apenas seis meses de duração em qualquer atividade de comunicação social, ganhará de 5 a 10 pontos.
Estas regras são iguais para todas as vagas de Técnico, não apenas de Comunicação. Por elas, pode se concluir que na visão do INPA, seis meses de estágio valem mais do que quatro anos de graduação. 
Pior! 
Para o INPA, um estágio vale a mesma coisa em termos de pontos do que um mestrado lato senso. Em outras palavras, um comunicador formado e com mestrado em jornalismo científico ou ambiental terá as mesmas vantagens de um candidato que abandonou os estudos após o ensino médio e que freqüentou uma redação ou uma emissora de rádio durante seis meses.
Como se vê o edital nº 01/2012, lançado em 06 de junho de 2012, prioriza o prático em detrimento da formação acadêmica. Ter critérios seletivos assim no setor privado já seria uma insensatez. No setor público e num espaço onde o objetivo é apoiar a ciência no Brasil, chega-se até a levantar suspeitas, se tal edital, cheio de descalabros, não teria sido elaborado na medida de beneficiar algum amigo do rei. Tarefa de investigação para o Sindicato dos Jornalistas do Amazonas e para a Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj, bem como para o Ministério Público.
Se você Jornalista, e deseja saber mais sobre este concurso, o edital está disponível aqui.

Por uma política de comunicação, Venício lança livro dia 16/8

Por Leite Filho, publicado originalmente em Café na Política


Incansável batalhador pela democratização dos mass media, o pesquisador e professor da Universidade de Brasília, Venício A. Lima, lança dia 16, uma quarta-feira, às 19 horas, no restaurante Carpe Diem, da 104 Sul de Brasília, o livro “Política de Comunicações: Um Balanço dos Governos Lula”, pela Publisher Brasil Editora, de São Paulo. Ele aborda uma questão que até hoje intriga o pensamento de vanguarda: por que o Governo popular, que fez uma política revolucionária no campo social e na política internacional, não enfrentou o nosso apagão comunicacional?
Venício vai aproveitar a oportunidade para também lançar a segunda edição do “Liberdade de Expressão x Liberdade de Imprensa”, com o prefácio do prof. Fábio Konder Comparato, em que procura explicar didaticamente a confusão que a mídia tradicional faz da verdadeira liberdade de expressar o pensamento do poder de impor este mesmo pensamento através de uma imprensa sustentada por grandes oligopólios. Vinícius nos deu uma vídeo-enrtrevista (Youtube e TV Cidade Livre, Canal 8 da Net) sobre seus livros, que postaremos neste final de semana.
A seguir, breve resumo dos dois livros:
Política de Comunicações: Um Balanço dos Governos Lula. 
Em 89 artigos, o pesquisador e professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB discute as razões pelas quais no Brasil, ao contrário do que ocorre hoje, por exemplo, em outros países vizinhos, encontra-se tanta resistência para que se avance em uma área vital para a consolidação da democracia.
A obra não é apenas um acompanhamento crítico das iniciativas governamentais em relação às políticas públicas de Comunicações, mas traça a cronologia da discussão sobre as ações no setor, destacando também seus principais atores e interesses pela abordagem de cinco grandes temas: o debate sobre o marco regulatório, os recuos, os avanços, os balanços das ações de cada ano e, por fi m, o contexto e as estratégias.
O objetivo de Política de Comunicações: Um Balanço dos Governos Lula é contribuir para um debate necessário e que, até pouco tempo atrás, excluía a maior parte da população. Afinal, ao contrário do que ocorre em áreas como saúde, salário mínimo, emprego, educação ou habitação, o direito à comunicação ainda não é algo tão difundido na sociedade, o que fazcom que a agenda pública nesse setor fi que entregue aos grupos privados de comunicação.
Serviço:
Livro: Política de Comunicações: Um Balanço dos Governos Lula
Autor: Venício A. de Lima
Editora: Publisher Brasil
Contato: (11) 3813-1836
Preço: R$ 40,00
ISBN: 978-85-85938-63-4
N° de páginas: 328
Liberdade de Imprensa x Liberdade da Imprensa – As expressões liberdade de imprensa e liberdade de expressão têm sido utilizadas como sinônimos, principalmente pelos meios de comunicação de massa, nos últimos anos. Defende-se o direito de informar qualquer coisa como se esse assegurasse o direito à liberdade de expressão da sociedade como um todo.
Mas, mesmo no marco do pensamento liberal, essa tese não se sustenta. E este livro do sociólogo e doutor em Comunicação Venício A. de Lima investiga exatamente essa questão.
A segunda edição de Liberdade de Expressão X Liberdade da Imprensa, também editado pela Publisher Brasil Editora, traz 16 novos artigos, introduzindo novas discussões surgidas após a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. “Trata-se, na verdade, de sugerir
questões – ainda que de maneira simplifi cada e breve – que ajudem a compreender se a minha ou a sua, leitor(a), liberdade de expressão pode ser considerada igual , equivalente ou simétrica à liberdade de imprensa de um grande grupo empresarial de mídia. A diferença entre liberdade de expressão e liberdade de imprensa realmente existe?”, questiona Venício.
O prefácio da obra é do professor e jurista Fabio Konder Comparato e, além das refl exões
do autor, o livro tem anexos como a Declaração de Virginia, a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, o capítulo da Comunicação da Constituição de 1988, a Declaração de Chapultepec e a Declaração de princípios
sobre liberdade de expressão. Liberdade de Expressão x Liberdade da Imprensa é uma obra obrigatória para se fazer com consistência o debate a respeito da comunicação.livros@publisherbrasil.com.br
Serviço:
Liberdade de Expressão x Liberdade da Imprensa
Venício A. de Lima
Publisher Brasil Editora
R. Senador Cesar Lacerda Vergueiro, 73
05435-060 – Vila Madalena – São Paulo/SP
11 3813-1836

Senac de Piracicaba contrata dois professores de Comunicação

A unidade do Senac em Piracicaba-São Paulo está selecionado profissionais de Comunicação Social para o preenchimento de duas vagas. Os escolhidos atuarão como monitores de Educação Profissional nos cursos de aperfeiçoamento da área de comunicação. A carga horária é de 14 horas semanais. A remuneração é de R$ 1.256,00.

Para participar é necessário possuir graduação completa em Comunicação Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Marketing, preferencialmente possuir licenciatura ou pós-graduação, experiência no desenvolvimento de campanhas publicitárias e experiência com criação e redação publicitária. Pede-se ainda, domínio dos conceitos de marketing, comunicação digital e novas mídias.


Os selecionados serão responsáveis em elaborar o planejamento de aulas; executar o plano de ensino por meio da docência, de acordo com a metodologia adotada pela instituição; acompanhar as atividades executadas pelos alunos e avaliar seu desempenho; elaborar planos de recuperação de aprendizagem, quando necessário; participar de reuniões pedagógicas. 

Para se inscrever nas vagas é necessário que o candidato possua um loguin no sistema. Quem não possui, pode fazê-lo aqui. Após obter o loguin, o candidato deverá se inscrever acessando o link “Inscreva-se Aqui”.

Outras informaçõesm pelo correio eletrônico recrutamento@sp.senac.br

[Veja o vídeo] Projeto Imagem sem Fronteiras traz a Brasília o documentário Pixo, de João Wainer.

Enviado por Ivaldo Cavalcante


Em uma edição relâmpago, o projeto Imagem sem Fronteiras traz o fotojornalista e diretor João Wainer para apresentar, em Brasília, o documentário “Pixo”. Durante o evento, haverá ainda exposição de alguns registros fotográficos, que integram a temática do vídeo. A sessão será realizada na próxima terça-feira, dia 7 de agosto, a partir das 21h, na Galeria Olho de Águia, em Taguatinga - DF. A entrada é franca.

“Pixo” aborda a discussão sobre a pixação como expressão artística ou crime contra o patrimônio, a partir do registro pixadores em ações na Faculdade de Belas Artes e em outros prédios da cidade de São Paulo. O documentário tem produção do João Wainer e de seu irmão Roberto T. Oliveira e direção de arte de Alexandre Órion. Entre as participações, estão Jorge du Peixe, Racionais, Tejo Damasceno, Instituto e música inédita do rapper Sabotage, na trilha sonora.

Natural de São Paulo, João Wainer fotografa desde os 16 anos. A partir de novas tecnologias, com câmera que fotografam e filmam, começou a trabalhar com as duas linguagens. No Jornal Folha de São Paulo, onde hoje é editor de fotografia, iniciou suas primeiras experiências em 2010. É também diretor do documentário “A Ponte” e do vídeo “Marginália”, que foi exibido no Festival Reencontre d’Arles, na França. Suas fotos fazem parte da coleção Pirelli/MASP de Fotografia, desde 2008.

SERVIÇO

Exibição do documentário “Pixo”, de João Wainer, no âmbito do Projeto Imagem sem Fronteiras. 
Dia: 07 de agosto de 2012
Horário: 21h
Local: Galeria Olho de Águia - CNF 01, Edifício Praia Mar, Loja 12 – Praça da CNF (Taguatinga Norte)
Entrada: franca
Classificação indicativa: 16 anos

Veja aqui um trailer do documentário



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Brasil: 77,5 milhões de brasileiros tem acesso à banda larga

Do Teletime News
 
O Brasil encerrou o primeiro semestre deste ano com 77,5 milhões de conexões em banda larga fixa e móvel, o que representa um crescimento de 73% na comparação com igual período do ano passado. Os dados são de um balanço da Telebrasil, divulgado nesta quinta-feira, 2.
Conforme o levantamento, nos últimos 12 meses encerrados em junho, 32,8 milhões de novos contratos foram adicionados à base das operadoras em todo o País.
A banda larga móvel encerrou o período com 58,8 milhões de acessos. Deste total, 12,3 milhões são de modems de acesso à Internet e 46,5 milhões de celulares 3G, incluindo os smartphones. Este segmento cresceu 118% desde junho do ano passado.
Já a banda larga fixa tinha ao final de junho 18,7 milhões de conexões.
Cobertura
O acesso 3G estava presente em 2.960 mil municípios ao final de junho, “superando em três vezes a meta prevista para abril de 2013, que é de conectar 928 municípios”.
De acordo com a Telebrasil, só neste ano, 310 novas cidades receberam as redes de 3G, o que representa a conexão de dois municípios por dia. A cobertura de terceira geração está instalada em cidades onde moram 85% da população.