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domingo, 29 de janeiro de 2012

Globo lança vespertino só para Ipad

Publicado originalmente na Brasil 247



Um dinossauro da mídia tradicional, “O Globo”, da família Marinho, decidiu lançar o segundo jornal voltado para tablets no Brasil, batizado como “Globo a mais”. O primeiro foi este Brasil 247, que chegou ao mercado em março de 2011, apostando na inovação e na informação de qualidade sem custo algum para o leitor. 
Enquanto veículos da mídia tradicional buscam encontrar um caminho para cobrar pelo conteúdo, uma vez que carregam pesados custos do papel e da distribuição, o Brasil 247 pretende ampliar a oferta de conteúdo gratuito nos próximos meses. Já fazem parte da rede 247 jornais regionais, como Rio 247, Brasília 247, Bahia 247 e Pernambuco 247 – nas próximas semanas, outros virão. Além disso, dentro do aplicativo do Brasil 247, podem ser baixadas as revistas Oásis, sobre espiritualidade e bem-estar, Motor 247, sobre automóveis, Seu Dinheiro, sobre finanças pessoais, e Olímpica, sobre a Rio 2016.
O produto da família Marinho será lançado nesta segunda-feira e sua edição será publicada sempre às 18h, com conteúdos exclusivos para iPad e outros tablets. A assinatura digital do Globo custa R$ 29,90 por mês. De todo modo, mesmo sendo pago, o “Globo a mais” reforça uma tendência: a de migração acelerada do leitor em papel para as plataformas digitais. Nós aplaudimos a iniciativa. A concorrência é bem-vinda.
Leia, abaixo, a matéria do globo.com que anunciou a chegada do “Globo a mais”:
RIO - Na segunda-feira, quando estiver começando mais um cinematográfico entardecer do verão carioca, os leitores do GLOBO conhecerão um produto pioneiro, que une o melhor do jornalismo com uma nova experiência de leitura. De segunda a sexta-feira, às 18h, estará disponível “O Globo a Mais”, um produto com conteúdo exclusivo desenvolvido para tablet — neste domingo será publicada uma edição extra de apresentação. A publicação, o primeiro vespertino digital do país, terá reportagens exclusivas, o resumo das notícias do dia em textos e imagens, fotogalerias e dicas de cultura e programação. A novidade vai se incorporar ao aplicativo do GLOBO no iPad. A edição digital do jornal será mantida no produto.
Do “Globo a Mais” fará parte o primeiro time de colunistas do jornal: Agostinho Vieira, Ancelmo Gois, Artur Xexéo, Fernando Calazans, Flávia Oliveira, George Vidor, Joaquim Ferreira dos Santos, Merval Pereira, Míriam Leitão, Patrícia Kogut, Pedro Doria, Renato Maurício Prado e Ricardo Noblat. Todos terão colunas inéditas, em texto, áudio ou vídeo, ao longo da semana.
A seleção será reforçada por colunistas exclusivos do “Globo a Mais”: Adriana Barsotti, Aydano André Motta, Flávia Barbosa, Gilberto Scofield Jr., José Casado, Luiz Fernando Vianna, Maria Fernanda Delmas e Sérgio Fadul terão espaço cativo nas edições.
No primeiro mês, o “Globo a Mais” será gratuito, para todos os usuários de iPad. Daí em diante, o produto fará parte da assinatura digital, vendida no aplicativo do GLOBO disponível na loja da Apple desde maio passado. Por R$ 29,90 mensais (para os assinantes exclusivamente digitais), R$ 10 (para quem assina o jornal de papel) ou US$ 1,99 (venda avulsa, que dá direito a jornal e vespertino), os leitores terão acesso, via tablet, a todo o conteúdo produzido pelos nossos jornalistas, no Rio, São Paulo e Brasília, além dos correspondentes no Brasil e no mundo.
— O GLOBO continua firme em seu propósito maior, a entrega de conteúdo de alto valor em todas as plataformas. O mercado de tablets vem crescendo de forma exponencial e deve triplicar no Brasil em 2012 — prevê Marcello Moraes, diretor-geral da Infoglobo. — A nova versão do GLOBO no iPad é o resultado do trabalho de uma equipe motivada, talentosa e incansável, que soube criar um produto pioneiro e inovador.
Diretor de Redação do GLOBO, Ascânio Seleme ressalta a aposta num produto exclusivo, como pede o novo mercado.
— Decidimos investir num produto concebido totalmente para essa nova plataforma, essa nova forma de leitura. O momento em que ele estará disponível, às 18h, reabilita o conceito dos jornais vespertinos, que circulavam com as notícias fresquinhas, no fim da tarde — sublinha. — A vantagem é que o “ Globo a Mais” acrescenta recursos multimídia a essa experiência de leitura.
Editor-executivo de Plataformas Digitais do GLOBO, Pedro Doria atesta o pioneirismo do produto que estreia na segunda.
— É um passo inédito no Brasil: um produto diário, de uma das mais tradicionais empresas jornalísticas do país, pensado exclusivamente para tablets. Nem web, nem papel, algo realmente novo.
Adriana Barsotti , editora responsável pelo novo produto, lembra a importância das pesquisas com os leitores — ferramenta de forte influência nas decisões da Infoglobo — para formatar o vespertino. As amostragens ajudaram a estruturar o produto.
— Nossas pesquisas mostraram que metade dos leitores gostaria de receber no fim da tarde um resumo das notícias do dia, antes de voltar para casa, e a outra metade preferia ler reportagens especiais, colunas e artigos mais para o fim do dia, antes de dormir, num momento de leitura mais relaxado. Procuramos equilibrar o noticiário para atender aos dois grupos.
Desenhado pelo escritório catalão Cases i Associats, o projeto gráfico do “Globo a Mais” foi concebido para valorizar as funcionalidades do tablet.
— Tentamos construir um produto digital com um vínculo de marca muito forte com o impresso. Para isso, adotamos as tipografias utilizadas no jornal. Depois, procuramos criar um ambiente próprio do iPad onde as funcionalidades fossem mais intuitivas, apostando fortemente numa das características mais fortes do tablet, o toque — descreve o designer Francisco Amaral, diretor do escritório e autor do trabalho. — Por fim, procuramos privilegiar a leitura confortável, mas com surpresas ao leitor, combinando conteúdos de leitura mais densa e peças de estrutura visual mais surpreendentes e com maior presença multimídia.
Jornalismo criativo, com profundidade e contemporâneo, para fechar o dia dos leitores.
Todo dia, reportagens multimídia, dicas e entrevistas
O champanhe que é produzido no interior do Estado do Rio; o rei do trânsito, que voa sobre os engarrafamentos; os novos vilões no cinema e no imaginário dos Estados Unidos; a história e as histórias do Galeão. Estas são algumas reportagens que estarão nas primeiras edições do “Globo a Mais”. Produzidas pela equipe do vespertino e pelos jornalistas do GLOBO, serão uma aposta radical na linguagem multimídia, enriquecidas com vídeos, galerias de fotos, áudios e toda a interatividade que a tecnologia permite.
As colunas também serão exclusivas para o vespertino. Ancelmo Gois, por exemplo, fará comentários em vídeo. Joaquim Ferreira dos Santos oferecerá aos leitores uma crônica exclusiva. Entre os colunistas que estarão somente no “Globo a Mais”, Sérgio Fadul escreverá sobre o dia a dia de Brasília; Gilberto Scofield Jr., diretamente de São Paulo; e Flávia Barbosa enviará relatos de Washington, onde será correspondente.
Um resumo dos principais acontecimentos do dia
E mais: todas as edições oferecerão dicas multimídia, antecipando tendências, lançamentos e eventos em áreas como literatura, cinema, TV, teatro, gastronomia e viagens. Os autores serão os especialistas de cada área, que escrevem habitualmente no GLOBO.
Outra seção fixa é o Giro, o resumo dos principais acontecimentos do dia, com os protagonistas dos fatos, as frases mais importantes e notas curtas, para leitura rápida. Em seguida, as fotos mais marcantes do dia, numa fotogaleria criada para iPad. No fim de cada edição, a Imagem a Mais terá uma foto do acervo do GLOBO, um dos mais ricos do nosso jornalismo.
— Vamos investir em novos ângulos das notícias, no inusitado, nas discussões profundas. Como o próprio nome diz, é uma leitura a mais. E tudo com a interação lúdica que os tablets proporcionam — explica a editora do “Globo a Mais”, Maria Fernanda Delmas.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Agência seleciona profissional de Social Media

A Agência Online, localizada em Brasília, no Lago Norte, está selecionando um jornalista para atuar como Social Media.

A jornada é de 9 horas - das 9h da manhã às 19h, com intervalo de uma hora de almoço,


Função e requisitos: Social Media com experiência em produção de conteúdo, interação, gerenciamento de crises, análise e métricas.

Salário mensal: Pra tudo isso, eles oferecem um salário de R$ 1.200,00 + bolsa auxílio R$ 400,00

Meus comentários:


A empresa não satisfeita em não respeitar a jornada de trabalho dos jornalistas, extrapola a própria CLT que prevê jornada de trabalho máxima de 8 horas. Quando o intervalo do almoço é de apenas uma hora, a jornada não pode ultrapassar às 7 horas.

O salário oferecido, menos do que dois salários mínimos, está bem aquém do piso salarial fixado em dissídio para o Distrito Federal.

Fica ai o alerta à Delegacia Regional do Trabalho, ao Sindicato dos Jornalistas, ao Ministério Público do Trabalho. A Empresa funciona no centro comercial Deck Norte.


Quem mesmo assim quiser se inscrever, os contatos são: Rayane Urani rayane@agenciaonline.net.br

terça-feira, 13 de setembro de 2011

TV pela internet exige mudanças no setor de teletransmissões

Por Jackeline Carvalho

Parcerias, interconectividade e conteúdo personalizado serão determinantes.

A rápida expansão da banda larga no mundo, a multiplicação de conteúdos gratuitos disponíveis via internet e a maior exigência dos consumidores levarão a uma transformação, no longo prazo, do atual modelo de negócios das empresas tradicionais de comunicação. Segundo relatório efetuado pela Accenture, o crescimento da conectividade mundial, o futuro dos players do setor vai depender da construção de parcerias, do diálogo com dispositivos variados e da capacidade de fornecer conteúdos personalizados e em alta qualidade.

As conclusões são do recente estudo da Accenture Bringing TV to Life: The Race to Dominate the Future of TV. Pesquisa cujo foco é a análise do rápido desenvolvimento da TV pela internet ou Over-the-Top TV (OTT-TV), definida como a distribuição de vídeos para uma vasta opção de dispositivos – TVs, PCs, telefones celulares e tablets.

O estudo constata que, apesar dessas transformações, a televisão permanece a campeã da mídia e, até o momento, se apresenta como o canal menos afetado pelo crescimento da internet. No entanto, a massificação da banda larga e as mudanças no comportamento do consumidor devem conduzir a uma modificação sem precedentes da indústria da teletransmissão.

Nos cinco países mais conectados da Europa, por exemplo, 50% das conexões, em média, são de banda larga. Dessas, 80% são altas o suficiente para suportar a OTT-TV. A expectativa, segundo o estudo, é que o mundo alcance 644 milhões de conexões banda larga e que sejam produzidos mais de 70 milhões de televisores broadband até 2014. O número é significativo: no final de 2010, os Estados Unidos contavam com somente 88,6 milhões de conexões do tipo.

Acompanhando essas mudanças, o consumidor moderno também se torna mais exigente. A Accenture conduziu uma enquete global com mais de 6,5 mil consumidores ao redor do mundo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Brasil Alemanha, Itália e Espanha. O levantamento revelou que o consumidor atual de vídeos é multitarefa e busca acesso a partir de múltiplos aparelhos.

Hoje, mais de 48% dos entrevistados utilizam o laptop enquanto assistem à televisão tradicional. Além disso, eles privilegiam conteúdos que estejam disponíveis a todo o tempo – o que não é oferecido pela televisão linear.

Para mais da metade dos entrevistados, a qualidade do serviço, a nitidez da imagem e a velocidade de acesso são as características mais importantes para o consumo da TV pela internet. O consumidor atual enxerga os computadores como extensões das TVs, pois são locais onde é possível assistir ou gravar programas, independente da programação.


domingo, 17 de outubro de 2010

Livro:Webjornalismo, de Magaly Prado, vai ser lançado dia 30/11

Em virtude do avanço das novas mídias e das ferramentas de comunicação cada vez mais híbridas e móveis, o modo de se fazer jornalismo vem mudando de maneira revolucionária ao longo dos anos desde a criação da internet. Acompanhando a evolução por que a transmissão da informação vem passando, a LTC Editora, integrante do GEN Grupo Editorial Nacional, lança, dia 30/11, o livro Webjornalismo, que retrata uma nova forma de trabalhar a informação com as recentes tecnologias.

Escrita de maneira leve e atraente pela jornalista Magaly Prado, a obra aborda temas como jornalismo multimídia, blogs jornalísticos e jornalismo móvel. Magaly Prado aborda o papel do jornalismo na web e nas redes sociais,... que hoje agregam mais de 55 milhões de usuários somente no Brasil

Em dez capítulos, o livro trata do webjornalismo multimídia, interativo, colaborativo, personalizado, customizado e móvel. Do hipertexto passando pela multimídia até constituir uma hipermídia, o jornalismo digital ganha força na mobilidade geolocalizável.Livro chega ao mercado mostrando uma maneira diferente de trabalhar a informação com as tecnologias recentes

Além de mostrar o papel do jornalismo nas redes sociais, a autora também analisa o conteúdo produzido e gerado pelo usuário, que traz à tona o consumidor no papel do jornalista, assim como as questões éticas que surgem nas redes. A função dos jornalistas, hoje multitarefa, evoluiu na era da hipermídia. Atualmente, não basta informar; ele precisa também saber filtrar a informação e interagir com o público.

O webjornalismo, que começou como uma extensão do jornalismo tradicional, hoje é uma das principais mídias do mundo. Há algum tempo as redes sociais também vêm sendo utilizadas nas estratégias de comunicação das empresas. Esse mercado já não é mais uma tendência e sim uma realidade, no Brasil e no mundo. De acordo com estudo realizado em 2010 pela Agência Click, cerca de 80% dos brasileiros estão nas redes sociais – estas novas mídias agregam em torno de 55 milhões de usuários.

“Faz-se necessário debater a interatividade, jamais ocorrida de forma tão intensa, e a entrada do jornalismo aberto gerado pelo usuário como estratégia de acompanhamento de vanguardas. Esse conteúdo criado por não-jornalistas aumenta o grau de checagem, fazendo paralelos com as novas funções e manifestações que surgem com as diferentes etapas da web (2.0, 3.0). Como exemplos, temos a personalização, quando os sites monitoram o rastro do usuário; os filtros baseados em tags; o ranqueamento mostrando preferências e, principalmente, a forte tendência do jornalismo hiperlocal, com o próprio cidadão relatando o que acontece a seu redor”, explica Magaly.

Magaly Prado é radiomaker e jornalista, doutoranda em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Por esta instituição obteve título de mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital com a dissertação “Audiocast nooradio – Redes colaborativas de conhecimento”. Na Faculdade Cásper Líbero, fez pós-graduação em Comunicação Jornalística e desenvolveu a pesquisa “Rádios autônomas na Internet – Um formato líquido”. Atualmente é professora de Produção de Rádio no curso de Rádio e TV na instituição. Magaly Prado mantém o blog que leva o seu nome no portal UOL desde 2003.

A LTC é uma das maiores editoras brasileiras dedicadas às áreas de Engenharias, Administração, Marketing, Contabilidade, Finanças, Economia, Ciências Sociais, Estatística, Matemática, Informática, Química e Física. Com foco em livros técnicos, didáticos e profissionais, dinamiza as atividades de busca de novos talentos junto às instituições de ensino e pesquisa do sistema educacional brasileiro, e de profissionais atuantes no mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que mantém parcerias estratégicas com as principais editoras internacionais. A LTC Editora é integrante do GEN Grupo Editorial Nacional, que também reúne as editoras Método, Forense, Forense Universitária, Guanabara Koogan e Santos.

Sumário

Prefácio
Apresentação
Introdução
1. A Internet, a digitalização e o surgimento do jornalismo na web
2. Ciberjornalismo: novas tarefas e um jeito diferente de trabalhar em papel + web + celulares
3. Arquitetura da informação. Design digital, usabilidade, navegação. Informação da informação. Interface
4. Imagem digital
5. Jornalismo multimídia. Nova maneira de trabalhar a notícia com os recursos audiovisuais. Jornalista multitarefa. Remixagens, recombinações
6. Questões éticas na rede. A febre pela atualização em tempo real e a ética no webjornalismo
7. Blogs jornalísticos
8. Web 2.0 - O consumidor no papel do jornalista. Jornalismo interativo, jornalismo 2.0. Conteúdo produzido pelo usuário, crowdsourcing
9. Jornalismo nas redes sociais
10. Jornalismo móvel


Serviço:
Título: Webjornalismo
Autor: Magaly Prado

Lançamento
Webjornalismo Magaly Prado
Livraria Fnac
Avenida Paulista 901
Bela Vista - São Paulo
Dia 30 de novembro, das 18h às 22h

www.grupogen.com.br/www.ltceditora.com.br




Mais informações:
Amora Comunicação - Assessoria de Imprensa GEN Grupo Editorial Nacional
Ana Carolina Hildebrandt/ Tatiana Marzullo
anacarolina@amoracomunicacao.com; tatiana@amoracomunicacao.com
21. 3325-0147/ 7846-4802

domingo, 4 de abril de 2010

Publicidade online cresce na Grã-Bretanha

Do M&M Online

O Internet Advertising Bureau e a PricewaterhouseCoopers divulgaram um relatório na terça-feira 30, informando que os investimentos em publicidade online em 2009 na Grã-Bretanha cresceram 4,2% em relação ao ano anterior. O setor sobreviveu à crise econômica e teve um segundo semestre positivo, permitindo que os investimentos chegassem ao número de 3,5 bilhões de libras, ou seja, U$5,3 bilhões de dólares.

Esse montante supera o desempenho do mercado como um todo, mesmo com uma taxa menor que a de 2008, que foi de 17,1%. Ainda assim foi melhor na comparação com o mercado de publicidade britânico em sua totalidade, que teve retração de 13% em 2009, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. Essa mesma empresa previu uma queda de 2% para o mercado em 2010.

O percentual de crescimento está diretamente relacionado ao aumento da demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos. Os investimentos com banners e anúncios tradicionais de internet caíram, mas houve um aumento de 140% em anúncios em vídeo, filmes publicitários apresentados antes, depois ou durante um vídeo na internet.