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domingo, 29 de janeiro de 2012
Globo lança vespertino só para Ipad
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Agência seleciona profissional de Social Media
A Agência Online, localizada em Brasília, no Lago Norte, está selecionando um jornalista para atuar como Social Media.
A jornada é de 9 horas - das 9h da manhã às 19h, com intervalo de uma hora de almoço,
Função e requisitos: Social Media com experiência em produção de conteúdo, interação, gerenciamento de crises, análise e métricas.
Salário mensal: Pra tudo isso, eles oferecem um salário de R$ 1.200,00 + bolsa auxílio R$ 400,00
Meus comentários:
A empresa não satisfeita em não respeitar a jornada de trabalho dos jornalistas, extrapola a própria CLT que prevê jornada de trabalho máxima de 8 horas. Quando o intervalo do almoço é de apenas uma hora, a jornada não pode ultrapassar às 7 horas.
O salário oferecido, menos do que dois salários mínimos, está bem aquém do piso salarial fixado em dissídio para o Distrito Federal.
Fica ai o alerta à Delegacia Regional do Trabalho, ao Sindicato dos Jornalistas, ao Ministério Público do Trabalho. A Empresa funciona no centro comercial Deck Norte.
Quem mesmo assim quiser se inscrever, os contatos são: Rayane Urani rayane@agenciaonline.net.br
terça-feira, 13 de setembro de 2011
TV pela internet exige mudanças no setor de teletransmissões
| Por Jackeline Carvalho |
Parcerias, interconectividade e conteúdo personalizado serão determinantes.
As conclusões são do recente estudo da Accenture Bringing TV to Life: The Race to Dominate the Future of TV. Pesquisa cujo foco é a análise do rápido desenvolvimento da TV pela internet ou Over-the-Top TV (OTT-TV), definida como a distribuição de vídeos para uma vasta opção de dispositivos – TVs, PCs, telefones celulares e tablets. O estudo constata que, apesar dessas transformações, a televisão permanece a campeã da mídia e, até o momento, se apresenta como o canal menos afetado pelo crescimento da internet. No entanto, a massificação da banda larga e as mudanças no comportamento do consumidor devem conduzir a uma modificação sem precedentes da indústria da teletransmissão. Nos cinco países mais conectados da Europa, por exemplo, 50% das conexões, em média, são de banda larga. Dessas, 80% são altas o suficiente para suportar a OTT-TV. A expectativa, segundo o estudo, é que o mundo alcance 644 milhões de conexões banda larga e que sejam produzidos mais de 70 milhões de televisores broadband até 2014. O número é significativo: no final de 2010, os Estados Unidos contavam com somente 88,6 milhões de conexões do tipo. Acompanhando essas mudanças, o consumidor moderno também se torna mais exigente. A Accenture conduziu uma enquete global com mais de 6,5 mil consumidores ao redor do mundo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Brasil Alemanha, Itália e Espanha. O levantamento revelou que o consumidor atual de vídeos é multitarefa e busca acesso a partir de múltiplos aparelhos. Hoje, mais de 48% dos entrevistados utilizam o laptop enquanto assistem à televisão tradicional. Além disso, eles privilegiam conteúdos que estejam disponíveis a todo o tempo – o que não é oferecido pela televisão linear. Para mais da metade dos entrevistados, a qualidade do serviço, a nitidez da imagem e a velocidade de acesso são as características mais importantes para o consumo da TV pela internet. O consumidor atual enxerga os computadores como extensões das TVs, pois são locais onde é possível assistir ou gravar programas, independente da programação. |
domingo, 17 de outubro de 2010
Livro:Webjornalismo, de Magaly Prado, vai ser lançado dia 30/11
Escrita de maneira leve e atraente pela jornalista Magaly Prado, a obra aborda temas como jornalismo multimídia, blogs jornalísticos e jornalismo móvel. Magaly Prado aborda o papel do jornalismo na web e nas redes sociais,... que hoje agregam mais de 55 milhões de usuários somente no Brasil
Em dez capítulos, o livro trata do webjornalismo multimídia, interativo, colaborativo, personalizado, customizado e móvel. Do hipertexto passando pela multimídia até constituir uma hipermídia, o jornalismo digital ganha força na mobilidade geolocalizável.Livro chega ao mercado mostrando uma maneira diferente de trabalhar a informação com as tecnologias recentes
Além de mostrar o papel do jornalismo nas redes sociais, a autora também analisa o conteúdo produzido e gerado pelo usuário, que traz à tona o consumidor no papel do jornalista, assim como as questões éticas que surgem nas redes. A função dos jornalistas, hoje multitarefa, evoluiu na era da hipermídia. Atualmente, não basta informar; ele precisa também saber filtrar a informação e interagir com o público.
O webjornalismo, que começou como uma extensão do jornalismo tradicional, hoje é uma das principais mídias do mundo. Há algum tempo as redes sociais também vêm sendo utilizadas nas estratégias de comunicação das empresas. Esse mercado já não é mais uma tendência e sim uma realidade, no Brasil e no mundo. De acordo com estudo realizado em 2010 pela Agência Click, cerca de 80% dos brasileiros estão nas redes sociais – estas novas mídias agregam em torno de 55 milhões de usuários.
“Faz-se necessário debater a interatividade, jamais ocorrida de forma tão intensa, e a entrada do jornalismo aberto gerado pelo usuário como estratégia de acompanhamento de vanguardas. Esse conteúdo criado por não-jornalistas aumenta o grau de checagem, fazendo paralelos com as novas funções e manifestações que surgem com as diferentes etapas da web (2.0, 3.0). Como exemplos, temos a personalização, quando os sites monitoram o rastro do usuário; os filtros baseados em tags; o ranqueamento mostrando preferências e, principalmente, a forte tendência do jornalismo hiperlocal, com o próprio cidadão relatando o que acontece a seu redor”, explica Magaly.
Magaly Prado é radiomaker e jornalista, doutoranda em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Por esta instituição obteve título de mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital com a dissertação “Audiocast nooradio – Redes colaborativas de conhecimento”. Na Faculdade Cásper Líbero, fez pós-graduação em Comunicação Jornalística e desenvolveu a pesquisa “Rádios autônomas na Internet – Um formato líquido”. Atualmente é professora de Produção de Rádio no curso de Rádio e TV na instituição. Magaly Prado mantém o blog que leva o seu nome
A LTC é uma das maiores editoras brasileiras dedicadas às áreas de Engenharias, Administração, Marketing, Contabilidade, Finanças, Economia, Ciências Sociais, Estatística, Matemática, Informática, Química e Física. Com foco em livros técnicos, didáticos e profissionais, dinamiza as atividades de busca de novos talentos junto às instituições de ensino e pesquisa do sistema educacional brasileiro, e de profissionais atuantes no mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que mantém parcerias estratégicas com as principais editoras internacionais. A LTC Editora é integrante do GEN Grupo Editorial Nacional, que também reúne as editoras Método, Forense, Forense Universitária, Guanabara Koogan e Santos.
Sumário
Prefácio
Apresentação
Introdução
1. A Internet, a digitalização e o surgimento do jornalismo na web
2. Ciberjornalismo: novas tarefas e um jeito diferente de trabalhar em papel + web + celulares
3. Arquitetura da informação. Design digital, usabilidade, navegação. Informação da informação. Interface
4. Imagem digital
5. Jornalismo multimídia. Nova maneira de trabalhar a notícia com os recursos audiovisuais. Jornalista multitarefa. Remixagens, recombinações
6. Questões éticas na rede. A febre pela atualização em tempo real e a ética no webjornalismo
7. Blogs jornalísticos
8. Web 2.0 - O consumidor no papel do jornalista. Jornalismo interativo, jornalismo 2.0. Conteúdo produzido pelo usuário, crowdsourcing
9. Jornalismo nas redes sociais
10. Jornalismo móvel
Serviço:
Título: Webjornalismo
Autor: Magaly Prado
Lançamento
Webjornalismo Magaly Prado
Livraria Fnac
Avenida Paulista 901
Bela Vista - São Paulo
Dia 30 de novembro, das 18h às 22h
www.grupogen.com.br/www.ltceditora.com.br
Mais informações:
Amora Comunicação - Assessoria de Imprensa GEN Grupo Editorial Nacional
Ana Carolina Hildebrandt/ Tatiana Marzullo
anacarolina@amoracomunicacao.com; tatiana@amoracomunicacao.com
21. 3325-0147/ 7846-4802
domingo, 4 de abril de 2010
Publicidade online cresce na Grã-Bretanha
O Internet Advertising Bureau e a PricewaterhouseCoopers divulgaram um relatório na terça-feira 30, informando que os investimentos em publicidade online em 2009 na Grã-Bretanha cresceram 4,2% em relação ao ano anterior. O setor sobreviveu à crise econômica e teve um segundo semestre positivo, permitindo que os investimentos chegassem ao número de 3,5 bilhões de libras, ou seja, U$5,3 bilhões de dólares.
Esse montante supera o desempenho do mercado como um todo, mesmo com uma taxa menor que a de 2008, que foi de 17,1%. Ainda assim foi melhor na comparação com o mercado de publicidade britânico em sua totalidade, que teve retração de 13% em 2009, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. Essa mesma empresa previu uma queda de 2% para o mercado em 2010.
O percentual de crescimento está diretamente relacionado ao aumento da demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos. Os investimentos com banners e anúncios tradicionais de internet caíram, mas houve um aumento de 140% em anúncios em vídeo, filmes publicitários apresentados antes, depois ou durante um vídeo na internet.