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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Finanças: Jornal Brasil Popular realiza noite de caldos na próxima sexta (5/7)


Confraternização vai reunir colaboradores e leitores para comemorar os 4 anos de circulação do Jornal do Brasil Popular. Participe!


Jornal independente, alternativo, é assim: tem que buscar fundos de todas as maneiras: doações, vaquinhas e até promovendo confraternizações. Por isso, está agendada uma noite de Caldos e muita conversa boa para o dia 5 de julho, sexta-feira, às 19 horas, na sede da Escola de Samba Acadêmicos da Asa Norte.

Os antigos e novos colaboradores e leitores do Jornal Brasil Popular vão se reunir para comemorar o quarto ano de vida deste jornal que já se tornou símbolo de resistência na luta por uma comunicação democrática.

Ingressos já estão disponíveis antecipadamente pelo WhatsApp 61 99196-124.7. A colaboração é de R$ 30 para o ingresso individual ou R$ 50 para o casal), dando direito a um rodízio de caldos.

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Jornal

O Brasil Popular é um jornal colaborativo que busca estimular o debate sobre os rumos políticos do Brasil, sempre em contraponto à mídia tradicional, mostrando a importância da normalidade democrática e a necessidade da manutenção dos direitos trabalhistas e sociais. Nasceu denunciando o golpe político-midiático-judicial, no dia 4 de dezembro de 2015, com a manchete “Golpe, nunca Mais”.

E o alerta feito pelo Brasil Popular em 2015 se transformou em realidade e segue rumo ao desmonte do Estado, com a quebra da soberania nacional, destruição da Previdência Pública e conluio para prender opositores políticos. Em seu ano 4, o Jornal Brasil Popular continua sendo uma resistência aos tempos sombrios, sempre em busca de esclarecer a população sobre essas questões.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Alta do ICMS sobre TV Paga impacta no custo de vida de fevereiro, diz IBGE

Como era de se esperar, o efeito dominó da decisão de diversos governos estaduais em aumentar a alíquota do ICMS sobre as contas de assinatura de televisão acabou parando no bolso do consumidor. E pesou.
No final de 2015, vários estados, inclusive o Distrito Federal, reajustaram em até 50% o imposto incidente sobre TV paga, seja pelo cabo ou pelo satélite, e internet. A alíquota passou de 10% para 15% e as operadoras já naquela ocasião, avisam que iriam repassar os novos impostos para os consumidores.

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Agora, o IBGE já registrou quanto isso pesou no custo de vida do cidadão. Em média, os gastos com TV por assinatura e internet cresceram 7,86% em fevereiro, impactando no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o mês em 0,90%, de acordo com informações divulgadas na quarta-feira, 9/3.
Pelas estimativas do GDF, a receita, em 2016, proveniente do uso de internet e TV Paga será de R$ 52 milhões. Verba que sairá dos bolsos dos brasilienses, só pra ver TV. Brasília é a campeã de TV por assinaturas. O Distrito Federal é a unidade da federação com a mais alta densidade domiciliar: de cada cem residências, 51,73 possuem TV por assinatura.

Com a taxa de 15% do ICMS, o Distrito Federal também passou a ser a unidade da federação com a mais alta do Brasil. Em Minas Gerais e em Santa Catarina, que também elevaram suas alíquotas, elas passaram para 12% e 12,5%, respectivamente. Nove estados adotaram postura diferente do GDF e não aumentaram a carga tributária sobre TV Paga e mantiveram a alíquota anterior de 10%. São eles: Bahia, Ceará, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, São Paulo e Sergipe.

sexta-feira, 9 de março de 2012

TV Paga do Brasil é a mais cara do planeta

Do Tela Viva news

A Ancine disponibilizou em seu site um estudo sobre o mercado de TV por assinatura no Brasil e em países selecionados, comparando o valor cobrado pelo serviço em diversos locais. O levantamento usa como base o valor dos pacotes mais acessíveis das operadoras no mês de fevereiro/março de 2012. No caso do Brasil, foram usados os valores cobrados na cidade do Rio de Janeiro por seis operadoras, com um valor médio de R$ 78,92. Este é o valor médio mais caro entre os países selecionados para o estudo, conforme mostra a tabela abaixo. Na comparação com a Argentina ou o Chile, economias em momentos históricos mais próximos ao do Brasil, a diferença não é tão grande. Em comparação com Espanha e Portugal, no entanto, a diferença é grande.
A agência utilizou os valores correspondentes ao segundo pacote mais barato que pode ser adquirido pelo consumidor em cada operadora, salvo os casos nos quais é possível acrescentar ao pacote mais barato vários conjuntos de canais.
Valor médio dos pacotes mais acessíveis:

BrasilR$ 78,92
ArgentinaR$ 74,31
PeruR$ 60,39
ChileR$ 71,17
EspanhaR$ 46,42
PortugalR$ 40,04

O estudo completo pode ser visto neste link.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Europeus estão preocupados com o custo do celular em viagens

Enviado de Lisboa por Martins Morim

Um inquérito divulgado hoje pela Comissão Europeia mostra que cerca de três quartos dos europeus estão preocupados com o custo da utilização do telemóvel quando viajam na UE. 72% dos viajantes ainda limitam as suas chamadas em roaming, devido às tarifas elevadas, ainda que a maioria saiba que os preços baixaram desde 2006.
Apenas 19% das pessoas que utilizam serviços ligados à Internet no seu telemóvel quando estão no estrangeiro consideram justo o custo das comunicações de dados em roaming (por exemplo, navegar na Internet ou ver o correio electrónico).
Os resultados do inquérito, assim como da consulta pública sobre o futuro do Regulamento relativo ao roaming, que terminou em 11 de Fevereiro (IP/10/1679), servirão de base para a revisão das actuais regras da UE em matéria de roaming, que a Comissão tem de efectuar até Junho de 2011.
O objectivo estabelecido pela Agenda Digital para a Europa (ver IP/10/581, MEMO/10/199 e MEMO/10/200) é tornar quase nula a diferença entre as tarifas do roaming e as das chamadas nacionais até 2015.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Preço torna banda larga proibitiva em países de baixa renda

Do Teletime news

Embora os preços dos serviços de telecomunicações venham caindo gradativamente, a banda larga ainda tem custos proibitivos em países de baixa renda. Essa foi a constatação de um estudo divulgado nesta terça-feira, 19, pela UIT. Em 2009 a oferta de entrada da banda larga fixa era quase sete vezes mais caras nos países de baixa renda em relação aos países desenolvidos. A situação mais crítica é a da África onde a penetração de banda larga não chega nem a 1%, mas o número de assinantes está crescendo, diz a UIT.

Em relação à banda larga móvel, a UIT informa que o número de assinantes dos serviços de IMT2000/3G saiu de 72 milhões em 2005 e deverá chegar em 940 milhões em 2010. O serviço está sendo oferecido em 143 países, sendo que em 2007 estava restrito a 95. "Durante o ano passado, a banda larga móvel teve um grande crescimento especialmente na Europa e nos EUA, e alguns países iniciaram ofertas com velocidades ainda maior partindo para plataformas sem fio de próxima geração", diz a UIT.

A tendência de migração de voz para dados reflete-se no crescimento do número de mensagens SMS trocadas globalmente. De acordo com os dados da UIT, o número de mensagens SMS triplicou nos últimos três anos e chegará a 6,1 trilhão de mensagens em 2010, o que equivale a 200 mil mensagens por segundo.