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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Jornal argentino compra rede de jornais nos EUA

De Medioslatinos

Según informó el pasado jueves el matutino New York Post, los dueños del periódico argentino La Nación se encontrarían en avanzadas tratativas para adquirir ImpreMedia, un conglomerado de medios que se autodefine como "la principal compañía de noticias e información impresa en español de los Estados Unidos". 
El Grupo ImpreMedia tiene penetración en 15 mercados de los Estados Unidos, a través de los periódicos La Opinión, La Prensa, El Mensajero, La Raza, El Diario, Rumbo, Hoy NY, Vista, La Vibra y Contigo, así como los portales impre.com, imprerewards.com, la vibra.com, impreautos.com, la opinión.com, el diariony.com, hoynyc.com, laraza.com, la prensafl.com, el mensajero.com, rumbonet.com, vistamagazine.com y contigola.com. La Opinión es el periódico de habla hispana más leído en los Estados Unidos y el diario La Prensa, el estandarte del Grupo, es el más antiguo del país y tiene una alta penetración en la estratégica ciudad de Nueva York. 
Los diarios HoyNY, Contigo y La Opinión, de distribución gratuita, tienen fuerte influencia en las zonas de mayor densidad de población hispana como Bronx, Hudson, Kings Manhattan, Queens, East Los Angeles, Huntington Park, Montebello, El Mont, San Fernando Valley y Santa Ana. En la actualidad, los principales accionistas de ImpreMedia son los grupos Clarity Partners, Halyard Capital, ACON Investments y la familia Lozano. Por el momento, no ha trascendido el importe de la operación para comprar el grupo de medios.

Información publicada en el periódico Tiempo Argentino. Para más detalles haga click aquí.     

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

TVs de olho na população hispânica dos EUA

De Daniele Frederico. do Tela Viva News

Com uma população de aproximadamente 50 milhões de hispânicos nos Estados Unidos, as redes de TV e as produtoras que realizam e distribuem conteúdo para este público estão em evidência no mercado de televisão norteamericano.
Durante o congresso da Natpe 2012, que acontece entre os dias 23 e 25 em Miami, alguns acordos de cooperação foram anunciados para a produção de conteúdos para o mercado hispânico, além de novidades nos canais já existentes.
A Televisa, rede mexicana de televisão, anunciou uma parceria com a tradicional produtora e distribuidora de conteúdos dos Estados Unidos Lionsgate, para a produção de programas de TV para o mercado norteamericano, com histórias e características da comunidade latina. “Para os canais de TV, é uma oportunidade de olhar para esses 50 milhões de hispânicos”, diz o presidente e CEO da Televisa, Emilio Azcarraga, lembrando que destes 50 milhões, cerca de 70% são mexicanos. “A Univision teve muito sucesso com programação para a população hispânica em espanhol. Olhamos para esse acordo com a Lionsgate como uma oportunidade de desenvolver conteúdo para o mercado geral dos Estados Unidos”, disse Azcarraga.
A Univision, porém, não ficou para trás na produção de conteúdo em inglês para o mercado hispânico. Também durante a Natpe, anunciou que o primetime do canal passará a contar com closed caption em inglês.

Novo entrante

Outro acordo que foi fechado recentemente e que afetará o mercado hispânico nos Estados Unidos é o que cria o Mundo Fox, nova rede em espanhol realizada em parceria entre a Fox International Channels e a colombiana RCN.
Apesar de representar mais concorrência, o presidente da Univision, César Conde, afirmou durante a Natpe que a entrada da Fox com a RCN apenas fortalece o mercado. “Achamos que a competição é ótima. É uma outra voz no mercado, falando da importância dessa comunidade”, diz. Além da Univision, a Telemundo apresenta programação em espanhol para a população hispânica dos Estados Unidos.
Uma das dificuldades enfrentadas pelos canais voltados aos hispânicos é tentar aumentar as receitas publicitárias. Segundo Conde, um dos obstáculos para que isso aconteça são algumas idéias pré-concebidas sobre esses canais. “Existe uma percepção errada de que não há escala para os canais. A verdade é que essas redes têm apelo universal”, diz Conde. “A segunda concepção errada é a de que são pessoas mais velhas que assistem a esses canais, mas isso não é verdade. A terceira é que a língua é uma barreira. Mas existem muitos bilíngües assistindo”, diz.