Do Tela Viva News
O mercado de TV por assinatura será o mais relevante para a Oi nos próximos anos, disse Otávio Azevedo, presidente da AG Telecom, uma das companhias que controla a operadora. "Começamos com DTH, mas queremos usar a nossa rede de banda larga", afirmou. "É um mercado enorme, sem concorrência e que contém uma assimetria: temos a rede e não podemos oferecer", criticou, referindo-se às restrições legais. Para dar a partida no plano da Oi de expansão de sua oferta em TV paga, a companhia aguarda o que vier primeiro de duas possibilidades: a compra de novas licenças de TV a cabo ou a aprovação pelo Congresso do projeto de lei que permite às operadoras de telefonia a venda de serviços de TV por assinatura independentemente da tecnologia utilizada. A Portugal Telecom tem uma importante experiência de expansão da rede de fibras ópticas no acesso residencial em Portugal. A Oi já estuda esta experiência para ser uma alternativa para a entrada no mercado de TV paga também, segundo apurou este noticiário junto a fontes da empresa.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
sábado, 15 de maio de 2010
Crise! Que crise? - Telefonia: lucro da Oi sobe 4.400% no ano
Do M&M Online
A Oi encerrou o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 496 milhões, o que representa um crescimento de 4.409% em relação aos R$ 11 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O resultado é atribuído à competitividade da operadora após a compra do controle da Brasil Telecom (BrT). As duas operadoras - Oi e BrT - estão com as operações integradas e os números do balanço do terceiro trimestre expõem os ganhos de sinergias gerados a partir da integração entre as duas teles.
As unidades geradoras de receitas (UGRs) - que incluem linhas fixas, móveis, acessos de banda larga e assinaturas de TV paga - chegaram a 62,2 milhões de clientes, aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida da Oi foi de R$ 7,462 bilhões (R$ 7,487 bilhões no ano passado). O EBITDA chegou a R$ 2,532 bilhões, acréscimo de 6,5% em relação aos R$ 2,377 bilhões do mesmo período do ano passado. A margem EBITDA foi de 33,9% (31,7% no primeiro trimestre de 2009).
Entre março do ano passado e março deste ano, a Oi adicionou 4,6 milhões de novos clientes à sua base. Do total de assinantes, 21,1 milhões são de telefonia fixa, 36,6 milhões de telefonia móvel, 4,3 milhões de banda larga e 283 mil de TV por assinatura. O segmento que mais cresceu foi a telefonia móvel, que aumentou 15% em relação ao ano passado. Apenas o Estado de São Paulo tem 5,7 milhões de assinantes, o que representa 16% da base móvel da Oi. No entanto, a Oi reduziu o Capex (investimentos): dos R$ 905 milhões do primeiro trimestre do ano passado, passou para R$ 372 milhões, decréscimo de 59%.
A Oi encerrou o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 496 milhões, o que representa um crescimento de 4.409% em relação aos R$ 11 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O resultado é atribuído à competitividade da operadora após a compra do controle da Brasil Telecom (BrT). As duas operadoras - Oi e BrT - estão com as operações integradas e os números do balanço do terceiro trimestre expõem os ganhos de sinergias gerados a partir da integração entre as duas teles.
As unidades geradoras de receitas (UGRs) - que incluem linhas fixas, móveis, acessos de banda larga e assinaturas de TV paga - chegaram a 62,2 milhões de clientes, aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida da Oi foi de R$ 7,462 bilhões (R$ 7,487 bilhões no ano passado). O EBITDA chegou a R$ 2,532 bilhões, acréscimo de 6,5% em relação aos R$ 2,377 bilhões do mesmo período do ano passado. A margem EBITDA foi de 33,9% (31,7% no primeiro trimestre de 2009).
Entre março do ano passado e março deste ano, a Oi adicionou 4,6 milhões de novos clientes à sua base. Do total de assinantes, 21,1 milhões são de telefonia fixa, 36,6 milhões de telefonia móvel, 4,3 milhões de banda larga e 283 mil de TV por assinatura. O segmento que mais cresceu foi a telefonia móvel, que aumentou 15% em relação ao ano passado. Apenas o Estado de São Paulo tem 5,7 milhões de assinantes, o que representa 16% da base móvel da Oi. No entanto, a Oi reduziu o Capex (investimentos): dos R$ 905 milhões do primeiro trimestre do ano passado, passou para R$ 372 milhões, decréscimo de 59%.
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