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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Foto-protesto, de TT Catalão: a fatura da mídia



A mídia mediocridade

só faz média quando mede
fato com faturamento.



Campanha pela volta
de jornalistas aos jornais



(diplomados em caráter,
se não é pedir demais)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Jornalistas & Cia completa 18 anos em circulação

Como numa praça de uma cidade do interior, todas as quartas-feiras os profissionais das redações e da comunicação corporativa se encontram nas páginas de Jornalistas&Cia para conhecer a dança das cadeiras e as principais novidades do setor
Lançado em setembro de 1995, com apenas uma página, poucos leitores  e então respondendo  pelo nome de FaxMOAGEM, Jornalistas&Cia cresceu e se multiplicou. Chega neste 23 de setembro de 2013 à maioridade, homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo em uma Sessão Solene proposta por seu presidente, vereador José Américo, e na presença de amigos, admiradores e parceiros, que confiaram no projeto, contribuindo para sua viabilização.
Nestes 18 anos de estrada, Jornalistas&Cia cresceu perto de dez vezes, tanto em número de páginas quanto em audiência, chegando hoje com suas valiosas informações e dicas a profissionais de todo o País e também do exterior.
A família também cresceu gerando produtos como as séries Protagonistas da Imprensa Brasileira e Entrevista, o segmentado Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva, o Prêmio Jornalistas&Cia / HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, o Portal dos Jornalistas e o Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos.
Precursor das redes sociais, num tempo em que nem internet comercial havia, Jornalistas&Cia conquistou e cativou redações e assessorias de comunicação tornando-se uma das principais referências profissionais do mercado, seja pela qualidade editorial, abordagem, linguagem e respeito às pessoas.

domingo, 2 de junho de 2013

Mino Carta: Mídia brasileira é extensão da Casa-Grande e Senzala

Por Renata Cardarelli, do Comunique-se

Para jornalista, mídia brasileira é a extensão da Casa-Grande e Senzala, em alusão à obra de Gilberto Freire
“Nesse mar, não vai dar peixe, podem crer”. É usando um ditado popular que o jornalista Mino Carta descarta qualquer possibilidade do Congresso Nacional aprovar legislação que remeta à regulamentação da imprensa.


Durante a palestra “A história do jornalismo brasileiro através da ficção”, realizada nesta semana, em São Paulo, o diretor da revista Carta Capital se baseou em exemplos estrangeiros para defender a existência de um órgão regulador e criticou o fato da mídia brasileira ser “a extensão da casa grande”.
“Desse Parlamento que nós temos, jamais esperem essa lei. Eles não têm interesse de lançar ao mar essa lei”, ponderou. Mino ressaltou que a imprensa no Brasil está “alinhada de um lado só”. “A maior desgraça do país é representada por três séculos e meio de escravidão. A casa grande e a senzala continuam. É um pecado que indiretamente nós todos aceitamos, com a contribuição do jornalismo brasileiro, presente para nos confundir constantemente”, disse.
Italiano de Gênova, Mino afirmou não conhecer outro país que viva situação semelhante e avaliou que os veículos de comunicação nacionais representam os interesses da minoria dominante. “Não conheço um único país do mundo, dos desenvolvidos, dos democráticos, dos civilizados, não conheço um que tenha o mesmo tipo de mídia”, disse. “O que me leva a crer que a mídia [brasileira] é a extensão da Casa-Grande e Senzala”, complementou, ao se referir à obra do antropólogo Gilberto Freire, de 1933.

Responsabilidade de jornalista

Em São Paulo desde 1946, o profissional conta que no início da carreira “trafegava pelo jornalismo com certo espírito mercenário”, porém com lealdade ao patrão que pagava seu salário. Ele percebeu a responsabilidade de sua tarefa, após passagem pela Editora Abril. “A família Civita entende de Brasil, como eu de numismática. Naquela época, realmente percebi a necessidade, a serventia do bom jornalismo. Ao jornalista não peçam para ser objetivo. A objetividade é das maquinas de escrever. O jornalista é subjetivo ao colocar uma vírgula em uma página em branco. A imprensa omite, mente e inventa. Na Veja pós-Mino se dizia: antes crie a frase e depois a coloque na boca de alguém”.

Crise do jornalismo

Fundador da revista Quatro Rodas, do Jornal da Tarde e das revistas Veja e IstoÉ, Mino acredita que o jornalismo impresso sobreviverá à análise. “Hoje se discute o futuro do jornalismo à luz dos avanços tecnológicos e o Brasil não será poupado dessa discussão. O jornalismo impresso sobreviverá à analise. Haverá um avanço, em função da democratização efetiva do país”, aposta. Classificando-se como “um velho caquético e antigo”, resistente à modernidade, o jornalista admite que não tem celular e não usa computador, “porque sei que ele vai me engolir”.

sábado, 15 de agosto de 2009

Opinião: "Ruína de Yeda e omissão da imprensa"

"A grande imprensa do Sudeste vem noticiando tudo com muita discrição e sem contextualizar o problema. Aliás, um problemão. O ruinoso governo de Yeda de certa forma quebra a espinha dorsal do discurso tucano da "excelência da gestão", que deveria ser o diferencial da candidatura presidencial do partido em 2010. Se ela insistir em se candidatar à reeleição, qual será o palanque do presidenciável tucano em terras gaúchas? José Serra (ou Aécio Neves) estarão ao lado de Yeda, única governadora brasileira que tem taxa de rejeição superior à de aprovação? "

Para ler o artigo de Luiz Antonio Magalhães, editor executivo do Observatório da Imprensa, publicado na Carta Maior, clique aqui.

As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade de seus autores

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Chamada de artigos: Como tem sido feita a crítica da mídia no Brasil?

Doze anos após o lançamento do primeiro site de media watching, o Observatório da Imprensa, a análise crítica sobre a cobertura jornalística se consolidou no Brasil. Desse pontapé inicial, multiplicaram-se projetos de crítica da mídia em diferentes regiões do país. Eles se propõem a realizar diagnósticos do que é produzido nas redações e abrir espaço para discussões entre diferentes setores da sociedade - a comunidade acadêmica, o mercado de trabalho, as entidades corporativas e os consumidores de produtos informativos.
Tendo esse cenário como pano de fundo, o Observatório Mídia&Política, coordenado pelo Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, quer discutir o estado da arte da crítica da mídia no Brasil. Este é o tema de edição que será lançada em maio de 2009. Convidamos pesquisadores, jornalistas, analistas e observadores da mídia a discutir o assunto, relatar suas experiências, enfim, fazer uma crítica da crítica da mídia no país.
As normas de redação e outras informações estão no site Mídia&Política . Os artigos devem ter em torno de 1.000 palavras. Os textos podem ser enviados para os editores Thaïs de Mendonça e Fábio Pereira . Prazo: 08 de maio de 2009.