Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Já está funcionando a Biblioteca Digital Mundial
Foi aberta em Paris a Biblioteca Digital Mundial da Unesco. Além de livros, ela disponibiliza fotos, documentários e até manuscritos raros digitalizados.
Para acessar a Biblioteca Digital Mundial da Unesco, clique aqui
domingo, 1 de maio de 2011
Unesp lança na web três livros digitais de Comunicação gratuitos
Por meio da Editora Unesp e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg), a Universidade lançou, dia 27/04, 50 livros virtuais gratuitos, já disponíveis aqui. Os títulos integram o selo Cultura Acadêmica e dão continuidade à Coleção Propg Digital, que oferece obras inéditas para download.
A coleção teve sua primeira fase em 2010, quando foram lançadas 44 obras. Desde então, foram feitos mais de 50 mil downloads, em um total de cerca de 205 mil acessos. A meta do projeto é publicar mil títulos em dez anos, permitindo um amplo acesso à produção acadêmica da Unesp.
Obras e autores
Dos 50 títulos, três são na área de Comunicação, confira abaixo a relação destas obras com seus respectivos autores:
- Televisão digital: Informação e conhecimento - Maria Cristina Gobbi / Maria Teresa Miceli Kerbauy
- Gestão, mediação e uso da informação - Marta Valentim
- Criação, proteção e uso legal da informação em ambientes da World Wide Web - Elizabeth Roxana Mass Araya / Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Europa quer acelerar digitalização de acervos de bibliotecas
Enviado de Lisboa por MARTINS MORIM
O relatório do Comité de Sábios (grupo de reflexão de alto nível) sobre a digitalização do património cultural da Europa, entregue a Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, e a Androulla Vassiliou, Comissária responsável pela Educação e Cultura, insta os Estados-Membros da UE a acelerarem esforços para colocarem em linha as colecções das suas bibliotecas, arquivos e museus e sublinha as vantagens de tornar a cultura e os conhecimentos europeus mais facilmente acessíveis.
Além disso, aponta os potenciais benefícios económicos da digitalização, inclusivamente através de parcerias público-privadas, para o desenvolvimento de serviços inovadores em sectores como o turismo, a investigação e o ensino. O relatório aprova o objectivo da Agenda Digital de reforçar a biblioteca digital europeia Europeana e sugere soluções para tornar disponíveis em linha as obras sujeitas a direitos de autor. O Comité de Sábios para a digitalização é composto por Maurice Lévy, Elisabeth Niggemann e Jacques de Decker (ver IP/10/456). As recomendações do relatório serão tidas em conta na estratégia mais vasta da Comissão, no quadro da Agenda Digital para a Europa, para ajudar as instituições culturais a fazerem a transição para a era digital.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
União Européia cria biblioteca digital
Enviado de Lisboa por Martins Morim
Qualquer pessoa, em todo mundo, pode agora aceder a mais de 14 milhões de livros, mapas, fotografias, pinturas, filmes e clips de música digitalizados de instituições culturais da Europa através da biblioteca digital europeia – a Europeana. Lançada em 2008, com 2 milhões de objectos, a Europeana já ultrapassou a meta inicial de 10 milhões de objectos prevista para 2010. Hoje, o grupo de reflexão (Maurice Lévy, Elisabeth Niggemann, Jacques de Decker) criado pela Comissão para estudar novas maneiras de colocar em linha o património cultural da Europa (IP/10/456) profere uma alocução ao Conselho de Ministros da Cultura da União Europeia e à Comissão da Cultura do Parlamento Europeu. O relatório do grupo de reflexão será publicado no início de 2011.
Mais de 14 milhões destes objectos, juntamente com clips de música, estão agora acessíveis através do endereço www.Europeana.eu, um número que ultrapassa significativamente a meta inicial da Comissão de 10 milhões de obras em 2010.
A Europeana foi lançada em protótipo em Novembro de 2008 como ponto de acesso da Europa para permitir aos utilizadores da Internet procurarem e acederem directamente a livros, mapas, pinturas, jornais, fotografias, extractos de filmes e toda a espécie de documentos audiovisuais digitalizados das instituições culturais da Europa.
Entre os novos elementos acrescentados este ano encontra-se um manuscrito búlgaro em pergaminho, de 1221, que constitui um testemunho da história da língua búlgara; ‘Catechismusa prasty szadei’, o primeiro livro lituano, publicado em 1547; uuuma cópia de 1588 da obra de Aristóteles «Technē rētorikēs» em grego antigo e em latim; obras do pintor holandês do século XVII Jan Steen; as obras completas dos escritores alemães Goethe e Schiller; uma sequência de imagens de 1907 sobre as comemorações do Dia da Constituição Dinamarquesa; e uma série de fotografias de antes da primeira guerra mundial do Mosteiro de Glendalough, na Irlanda (ver MEMO/10/586 para mais exemplos).
Versões digitalizadas de fotografias, mapas, pinturas, objectos de museus e outras imagens constituem 64% da colecção da Europeana. 34% da colecção são compostos por textos digitalizados, incluindo mais de 1,2 milhões de obras completas, que podem ser vistas em linha e/ou descarregadas. Os textos abrangem milhares de manuscritos raros e os primeiros livros impressos (incunabula), anteriores a 1500. Os vídeos e o material sonoro representam menos de 2% das colecções. Muito do material acessível através da Europeana é constituído por obras antigas, ou seja, já não sujeitas a direitos de autor, devido principalmente às dificuldades e ao custo da aquisição de direitos para digitalizar e dar acesso a material sujeito a direitos de autor (mesmo para material que já deixou de ser distribuído comercialmente ou não reeditado) ou a material cujos eventuais titulares de direitos são desconhecidos (obras órfãs).
Todos os Estados-Membros da UE contribuíram com elementos para a Europeana, apesar de haver ainda um desequilíbrio nas contribuições. A França continua a ser o maior contribuinte (18% das obras). A Alemanha aumentou a sua quota-parte para 17%. Para que represente uma verdadeira amostra do património cultural da Europa, a Europeana precisa de mais material de qualidade de todos os Estados‑Membros.
O potencial de utilização da Europeana nas escolas ficou demonstrado pelos participantes no recente certame eLearning Awards (prémios de aprendizagem em linha) organizado pela European Schoolnet. O projecto vencedor, da Portmarnock Community School, da Irlanda, envolveu a criação de blogues pelos próprios alunos sobre figuras da história utilizando recursos digitais.
No próximo ano, a Europeana tenciona levar a cabo uma experiência de criação de conteúdos pelos utilizadores e convidará os utilizadores a fornecerem-lhe material sobre o tema da primeira guerra mundial.
Neste momento, a Europeana tem em exibição duas exposições virtuais. A «Reading Europe» apresenta uma escolha criteriosa de livros e obras literárias raros da Europa. A exposição «Art Nouveau» ilustra as potencialidades da reunião de material cultural de diferentes países.
O serviço Europeana está sediado na Biblioteca Nacional dos Países Baixos, em Haia. É dirigido pela Fundação Europeana e financiado em 80% pela UE. No seu lançamento, em 2008, o interesse inesperado dos utilizadores sobrecarregou-o de tal modo que teve de encerrar durante um mês.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Biblioteca digital Europeana disponibiliza 4,6 milhões de livros
A colecção da Europeana aumentou mais do dobro desde o seu lançamento em Novembro de 2008. Num documento de orientação política, a Comissão Europeia declarou hoje o seu objectivo de elevar o número de objectos digitalizados para 10 milhões até 2010.
A Comissão inaugurou também um debate público sobre os futuros desafios da digitalização de livros na Europa: o potencial dos sectores público e privado para se aliarem e a necessidade de reformar o quadro legal dos direitos de autor na Europa, que se encontra demasiado fragmentado.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Unesco cria biblioteca digital mundial
El sitio contendrá manuscritos, mapas, libros raros, películas, grabaciones sonoras, publicaciones y fotografías y su acceso será ilimitado y gratuito, según informó la organización.
La Biblioteca Digital Mundial, que funcionará en árabe, chino, español, francés, inglés, portugués y ruso e incluirá contenidos en muchas más, tendrá características en materia de búsqueda que facilitarán las investigaciones interculturales y a través de distintas épocas.
Todos los temas irán acompañados de descripciones y algunos de ellos serán presentados en vídeos por bibliotecarios y archiveros especializados, a fin de que los usuarios puedan situar su contexto.
“Con esto se pretende también despertar la curiosidad de los estudiantes y el público en general, con vistas a incitarles a profundizar sus conocimientos sobre el patrimonio cultural de todos los países”, explicaron sus responsables.
El sitio web fue concebido y preparado por un equipo de la Biblioteca del Congreso de Estados Unidos, en tanto que la Bibliotheca Alexandrina de Egipto prestó su asistencia técnica a la realización del proyecto.
También contribuyeron con sus conocimientos especializados y aportaron contenidos al sitio web las bibliotecas nacionales y algunas instituciones culturales y educativas de Arabia Saudita, Brasil, Egipto, China, Eslovaquia, Estados Unidos, la Federación de Rusia, Francia, Iraq, Israel, Japón, Malí, Marruecos, México, los Países Bajos, Qatar, el Reino Unido, Serbia, Sudáfrica, Suecia y Uganda.
Entre los tesoros culturales presentados en la Biblioteca Digital Mundial, figurarán los siguientes: estelas y huesos para oráculos aportados por la Biblioteca Nacional de China; manuscritos científicos arábigos procedentes de la Biblioteca y Archivos Nacionales de Egipto; fotografías antiguas de América Latina conservadas en la Biblioteca Nacional de Brasil; el Hyakumanto darani, una publicación del año 764 custodiada en la Biblioteca Nacional de la Dieta de Japón; la famosa Biblia del Diablo del siglo XIII, perteneciente a los fondos de la Biblioteca Nacional de Suecia; y obras caligráficas en árabe, persa y turco de las colecciones conservadas en la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos (ANC-UTPBA).