Caros leitores e leitoras.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

EBC muda direção

Ex-Folha de São Paulo, Ricardo Melo é o novo diretor de jornalismo da EBC

Do TelaViva News

Os jornalistas Ricardo Melo e Albino Castro se juntam à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Melo assumirá a diretoria de jornalismo, até então sob o comando da jornalista Nereide Beirão, e Castro vai atuar como assessor especial da presidência da EBC.
Colunista político da Folha de São Paulo, Ricardo Melo atuou no jornal como redator, editor-assistente e editor adjunto de Mundo, editor de Opinião, secretário-assistente de Redação, repórter especial, editor da Primeira Página, coordenador da integração das plataformas impressa e digital da Folha e produtor-executivo da TV Folha.
Também foi chefe de redação do SBT, editor-executivo do "Diário de S. Paulo", do "Jornal da Band", do "Jornal da Globo", do "Jornal da Tarde" e do "Jornal da Lilian", no Portal Terra. Melo exerceu, ainda, o cargo de editor da revista Brasil Investe do jornal Valor Econômico e foi repórter especial da Revista Exame.
Já Albino Castro tem experiência profissional em direção-geral de televisão, jornal impresso e mídias eletrônicas.
Foi diretor de jornalismo do SBT, TV Gazeta e TV Cultura. Foi, ainda, chefe de redação da Telemontecarlo e diretor dos serviços eletrônicos do diário Gazeta Mercantil. Castro montou e dirigiu o núcleo de Web TV da Prefeitura de São Paulo.

Marketing e Negócios


Para comandar a Superintendência Executiva de Comunicação, Marketing e Negócios foi convidado o jornalista Rodrigo Dindo, que assumiu o cargo na última segunda-feira, 24. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), antes de chegar à EBC foi assessor especial de comunicação da Casa Civil da Presidência República, mesmo cargo que exerceu no Ministério da Educação, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2014, e, em 2012, na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Entre 2005 e 2010, atuou como coordenador de jornalismo do Ministério da Educação.

domingo, 30 de agosto de 2015

Nova publicação, jornal Brasil Popular, inaugura portal

Por Francisco Leite Filho

Nova publicação, o jornal Brasil Popular também terá uma versão impressa


O site do jornal Brasil Popular entrou no ar no sábado,29/8, à noite, durante um jantar cooperativo com a presença de mais cem jornalistas de Brasília que se congregaram há cerca de três meses para enfrentar o que considera atraso midiático no Brasil e, através da internet, lançar futuramente o jornal impresso do mesmo nome, com distribuição gratuita, segundo uma modalidade que se expande mundialmente e que tem na Grécia o principal modelo de inspiração.
Com notícias, reportagens e análises do quadro nacional e internacional, o Brasil Popular pretende, a exemplo da antiga Última Hora, jornal fundado em 12 de junho de 1951 por Getúlio Vargas e Samuel Wainer,  “defender as conquistas populares, a democracia e fortalecer a consciência nacional em torno de um projeto de nação soberana e independente, desafiando o golpismo midiático. Estamos seguros de que as forças sociais que foram capazes de eleger por quatro vezes governos progressistas, têm capacidade, e também o dever, de organizar um jornal de grande circulação popular”.

‘”Nos últimos 12 anos e meio”, diz  o editorial do BP, “o Brasil registrou uma mudança importante em seus indicadores econômicos e sociais, conquistas reconhecidas por organismos internacionais. A ONU reconheceu que o Brasil saiu do Mapa da Fome, a OIT registrou queda do trabalho infantil, a OMS marcou o declínio da mortalidade infantil, a CEPAL afirma que reduzimos a pobreza e a miséria, e até mesmo o Banco Mundial reconhece a redução das desigualdades sociais”.

“O curioso é que dentre tantas mudanças havidas no Brasil, não houve o surgimento de uma mídia popular com capacidade para fazer a narrativa destas relevantes conquistas. Afinal, o Brasil ter saído do Mapa da Fome já é uma notícia retumbante, justificando ampla informação e reflexão pelos brasileiros.  No entanto, predomina na mídia brasileira um noticiário negativo, fraudulento, como se o Brasil estivesse em retrocesso, o que afronta a realidade”.

Por isso, o Brasil Popular nasce para preencher essa lacuna: “informar sobre o que realmente ocorre no país, seus avanços, suas dificuldades, suas relações internacionais, mas, sobretudo, levar a informação sonegada pela mídia hegemônica, de maneira simples, direta e clara, aos segmentos populares, onde há baixos índices informativos e de leitura”.

Seus fundadores, reunidos na Associação de Jornalistas do Brasil Popular, definem-se como “uma iniciativa cooperativa, que está estruturando apoios e sustentação entre os segmentos sociais que participaram ativamente destas mudanças, independentes de sua filiação partidária: Para isto estamos criando um grande mutirão. Começamos por Brasília, mas queremos nos estruturar em todas as capitais. Quem tiver interessado em colaborar, busque neste site as formas de associação a este projeto”.

Alerta o BP que “não nascemos para fazer ajustes de contas entre forças de esquerda: nascemos para construir unidade popular e para enfrentar a manipulação e a desinformação da grande mídia empresarial que tenta demolir todas as conquistas alcançadas. Essa manipulação quer impedir a elevação da consciência no povo sobre as decisões políticas que permitiram aos brasileiros terem hoje mais médicos, mais casas, mais escolas, mais universidades, mais eletricidade, mais energia renovável, mais alimentos, mais emprego formal,  mais petróleo e gás, mais produção naval, maiores salários, mais estradas, mais ferrovias, mais relações soberanas e mais respeito no cenário internacional.

Ações golpistas 
– Neste momento em que forças antinacionais tramam ações golpistas contra a democracia e contra este projeto de mudanças em curso, Brasil Popular nasce para ser uma voz em defesa da legalidade democrática e da soberania nacional, com a tarefa de contar a história de todas as conquistas dos brasileiros e assume o compromisso de estar ao lado das forças progressistas para o que ainda precisa ser conquistado. E, para isto, o que é indispensável informação, consciência e unidade popular!”, termina o editorial.

Os fundadores do jornal se proclamam como “cidadãos e cidadãs progressistas, inquietos com a falta de um jornal que se diferencie da ditadura midiática brasileira, reunidos para propor a criação de um jornal impresso popular para defender os valores democráticos e uma sociedade cada vez mais igualitária”. Inicialmente terá a sustentação da Associação do Jornal Brasil Popular, mas a ideia é a futura formação de uma cooperativa para continuar o projeto.

Conselho Editorial

O Conselho editorial é integrado por Alain Barki, Angélica Torres, Beto Almeida, Bira Souza, César Fonseca, Cirilo Quartim, Eduardo Wendhausen, F. C. Leite Filho, Geniberto Paiva Campos, Inês Ulhôa,  José Alberto, José Augusto Valente e Romário Schettino.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Foto-protesto, de TT Catalão: a fatura da mídia



A mídia mediocridade

só faz média quando mede
fato com faturamento.



Campanha pela volta
de jornalistas aos jornais



(diplomados em caráter,
se não é pedir demais)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Salão Internacional de Cartoon na China premia cartunista do Gama - DF

Da Redação do Gama Cidadão 


O salão de humor “Confúcio e a China aos olhos dos cartunistas estrangeiros” - competição internacional 2015, concedeu ao arquiteto e cartunista do Gama, Rock Lane, a premiação máxima no evento realizado na China no último dia 15 de agosto.



O cartoon vencedor da medalha de ouro é de autoria do ilustrador Lane, da cidade satélite do Gama - Distrito Federal, e representa a Rota da Seda.
Rock Lane é jornalista ilustrador, atuou por muito tempo no Jornal de Brasília, e também é arquiteto de formação e hoje trabalha como diretor de obras da administração regional do Gama, cidade satélite a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília.
A Rota da Seda interligava o Oriente e a Europa através da Ásia do Sul. Eram fundamentais para as trocas comerciais - em especial o comércio de seda - entre estes continentes até à descoberta do caminho marítimo para a Índia. O viajante veneziano Marco Polo percorreu toda a Rota da Seda no século XIII.

A competição internacional “Confúcio e a China aos olhos dos cartunistas estrangeiros” - edição 2015, realizado pela associação chinesa Culture & Multimedia International, contou com a participação de dezenas de trabalhos de autoria de cartunistas de diversos países.

O Brasil ganhou destaque nas duas categorias existentes. Na categoria China in the Eyes of Foreign Cartoon Artists, a medalha de ouro foi para Lane e na Confucius in the World, a medalha de ouro foi atribuída a José Raymundo Nascimento (Ray Costa). 
Todos os trabalhos foram expostos no Salão de Humor, aberto à visitação de turistas.

sábado, 22 de agosto de 2015

Operadoras preparam petição contra WhatsApp

Por Luciana Bruno, da Reuters

O questionamento a ser entregue à Anatel será feito contra o serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo, disse a mesma fonte.




Operadoras de telecomunicações no Brasil pretendem entregar a autoridades locais em dois meses um documento com embasamentos econômicos e jurídicos contra o funcionamento do aplicativo WhatsApp, controlado pelo Facebook, disseram à Reuters três fontes da indústria.

Uma das empresas do setor estuda também entrar com uma ação judicial contra o serviço, afirmou uma das fontes.
O questionamento a ser entregue à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será feito contra o serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo, disse a mesma fonte.

A ideia é questionar o fato de a oferta do serviço se dar por meio do número de telefone móvel do usuário, e não através de um login específico como é o caso de outros softwares de conversas por voz, como o Skype, da Microsoft.
"Nosso ponto em relação ao WhatsApp é especificamente sobre o serviço de voz, que basicamente faz a chamada a partir do número de celular", disse a fonte, que assim como as outras duas falou sob condição de anonimato.
"O Skype tem identidade própria, um login, isso não é irregular. Já o WhatsApp faz chamadas a partir de dois números móveis", acrescentou.
O argumento das operadoras é que o número de celular é outorgado pela Anatel e as empresas de telefonia pagam tributos para cada linha autorizada, como as taxas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), o que não é feito pelo WhatsApp.
De acordo com a consultoria especializada Teleco, as operadoras pagam 26 reais para a ativação de cada linha móvel e 13 reais anuais de taxa de funcionamento. Além da questão econômico-financeira, as operadoras estão sujeitas às obrigações de fiscalização e qualidade com a Anatel e sujeitas a multas, enquanto isso não acontece com o WhatsApp.
Procurada, a assessoria de imprensa do WhatsApp nos Estados Unidos não respondeu a pedidos de comentários. A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil afirmou que a empresa não responde pelo WhatsApp no país. Embora o WhatsApp já permitisse envio de gravações de áudio por meio de mensagens, a empresa passou a oferecer recentemente serviço de ligações de voz pela Internet no Brasil.
Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo no começo desta semana, o presidente da Telefônica Brasil, Amos Genish, afirmou que o WhatsApp "é uma operadora pirata" e que a empresa planejava fazer uma petição ao Conselho da Anatel questionando o aplicativo, sem dar muitos detalhes.
Segundo duas das fontes, todas as operadoras estão envolvidas na elaboração da reclamação a ser entregue à Anatel, apesar de algumas delas, como TIM Participações e Claro, terem firmado parcerias comerciais com o WhatsApp para oferecer acesso grátis ao aplicativo, sem desconto na franquia de dados dos usuários.
Contudo, essa oferta não se estende ao serviço de voz do WhatsApp, que é descontado da franquia do cliente.
Uma dessas fontes disse que o setor está unido contra o "desequilíbrio" existente em relação a serviços similares aos de telecomunicações e que não têm arcabouço regulatório. Segundo essa fonte, o assunto já foi levado ao Ministério das Comunicações, mas a forma de tratar o tema "ainda não está fechada".
Procuradas, Telefônica Brasil (que opera sob a marca Vivo), Claro, Oi e TIM não se manifestaram sobre o assunto. A associação de operadoras, o Sinditelebrasil, disse que não falaria sobre o tema. Representantes da Anatel não se manifestaram até a publicação desta reportagem.
Uma fonte da Anatel, que não quis se identificar, disse que não há nenhum pleito na agência referente ao WhatsApp, e que caso haja algum requerimento por parte das operadoras, o órgão regulador analisará se o aplicativo poderá ser categorizado como um serviço telecomunicações.

"A questão dos aplicativos se insere em debates maiores, internacionais, entre as empresas de telefonia e os provedores de conteúdo. Mas tem de ficar claro que se trata de serviço de valor adicionado. A Anatel não regula aplicativos", disse a fonte da Anatel. "Não sei se a Anatel tem competência para analisar o serviço, que não é de voz tradicional", acrescentou.

Defesa de Consumidores

Órgãos de defesa do consumidor, no entanto, questionam o argumento das operadoras. De acordo com a advogada Flávia Lefévre, da Proteste, mesmo utilizando o número de celular do usuário, o serviço de voz do WhatsApp é oferecido por meio da Internet, não se tratando de uma ligação tradicional.
"Tanto no Skype como no WhatsApp a transmissão (da voz) se dá por meio de pacote de dados, que é diferente de uma ligação da telefonia", disse Flávia.

O advogado Guilherme Ieno, sócio da área de telecomunicações do escritório Koury Lopes Advogados, concorda com a representante da Proteste. Para ele, as operadoras não podem impor restrições quanto ao conteúdo dos pacotes trafegados.


Reuters seleciona correspondente para atuar em Brasília

Do portal Comunique-se

A Reuters está procurando jornalista experiente para trabalhar em Brasília na cobertura do governo federal e Congresso Nacional. O veículo anunciou apenas uma vaga de emprego que será destinada ao profissional que apresentar características como agilidade, versatilidade e capacidade de avaliação do cenário político nacional.
reuters-vagaThomson Reuters busca correspondente de política
(Imagem: Divulgação)
Dentro dos pré-requisitos necessários para ocupar a vaga, a agência informou que o repórter selecionado deverá ter grande capacidade de manter e estabelecer fontes relevantes que ajudarão a consolidar a cobertura de destaque e referência na área política. Além disso, os profissionais interessados devem ter fluência em inglês e apresentar capacidade de trabalhar em equipe.
“Como negócio global, contamos com a diversidade de cultura e de pensamento para cumprir as nossas metas. Para garantir que possamos fazer isso, buscamos talentos, funcionários qualificados em todas as nossas operações do mundo”, explicou a Reuters na descrição da vaga anunciada.
Os interessados em saber mais detalhes e se candidatar à proposta de emprego deverão acessar a divisão de jobs do site da Thomson Reuters.

Sinpaf seleciona Jornalista com experiência em sindicatos


O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário - Sinpaf seleciona para a contratação um jornalista. O candidato irá atuar em Brasília e deverá possuir experiência profissional em assessoria de sindicatos. A entidade representa os trabalhadores da Embrapa em todo o Brasil.
A jornada de trabalho do contratado é a prevista na regulamentação profissional dos jornalistas: 5 horas diárias a serem prestadas no período da tarde, das 13 às 18h. 
A remuneração consiste do piso salarial acrescidos de benefícios sociais (plano de saúde, plano odontológico e vale transporte.)

Os interessados deve enviar o currículo para o e-mail: comunicacao@sinpaf.org.br com o título jornalista sindical. Candidaturas sem experiência profissional com entidades sindicais serão desconsideradas.