Na década de 90, conheci Geralda Magela por ocasião das eleições que me levaram à presidência do Sindicato dos Jornalistas do DF.
Geralda foi uma apoiadora desde a primeira hora e, após a eleição, veio ajudar a criar a Comissão dos Jornalistas de Assessoria de Imprensa do DF, bem como do lançamento do JJAI - Jornal dos Jornalistas de Assessoria de Imprensa e da realização em Brasília, em agosto de 1994, do VIII Encontro Nacional dos Jornalistas de Assessoria de Imprensa - VIII Enjai.
Sempre enganjada nas questões sociais, Geralda, hoje, no WWF, deixa um vazio muito grande em todos nós.
No governo Cristovam Buaque, no Distrito Federal, convidei Geralda Magela a trabalhar comigo na Terracap. Em 1997, quando deixei a empresa para assumir a Comunicação Social da secretaria de Saúde, ela assumiu meu posto, sempre com o mesmo profissionalismo e competência.
Veja abaixo o informe sobre o falecimento da jornalista Geralda Magela, emitido pelo WWF.
O WWF-Brasil presta suas condolências à família, colegas e amigos da jornalista e profissional de comunicação Geralda Magela, que trabalhava conosco há mais de seis anos, no setor de comunicação. Gê, como era chamada por todos, faleceu de parada cardíaca na madrugada desta quinta-feira (9/1), aos 49 anos, em Uberaba (MG). Sua alegria e sorriso contagiante certamente ficarão na memória de todos os que tiveram a felicidade de conviver com ela.
Em honra a sua memória, queremos ressaltar a relevância de seu trabalho para a conservação do meio ambiente. Durante o trabalho no WWF, planejou e executou atividades no Programa Cerrado-Pantanal e teve papel fundamental para a disseminação de temas como a Pegada Ecológica, a Pecuária Orgânica Sustentável, o relatório global Planeta Vivo, e de campanhas como a Hora do Planeta, o Overshoot Day e oCity Challenge, colaborando intensamente com as equipes de conservação e comunicação do WWF no Brasil e globalmente.
Apaixonada pelo meio ambiente, a querida Gê sempre expressou seu amor à natureza e sua dedicação a uma causa. Antes de compor nossa equipe de funcionários, atuou como consultora do WWF-Brasil para a elaboração de cartilhas sobre Acordos de Pesca para as comunidades das regiões de várzea, em 2003, e para a elaboração do sumário executivo e do mapa “Visão de Biodiversidade da Ecorregiões Florestas do Alto Paraná”, em 2004.
Encantava-se com os bichos, águas e gentes do Pantanal e ampliou a sua dedicação a todos ‘domínios biogeográficos’, conceito com o qual gostava de ‘brincar’, lembrando que para o trabalho de conservação da natureza estava sempre à disposição, onde quer que fosse. Sempre comprometida, dedicada, impecável, justa, companheira e alegre. Essa é a Geralda que vamos levar em nossos corações, para sempre. Zelaremos incansavelmente para que o propósito de seu trabalho e dedicação seja continuado e sempre lembrado através da conservação ambiental no Brasil.
Carreira
Natural de Tiros (MG), Geralda Magela graduou-se em Comunicação Social, na habilitação Jornalismo, pela Universidade de Uberaba (Uniube), e se especializou em Estratégias de Comunicação, Mobilização e Marketing Social, pela Universidade de Brasília (UnB).
Em mais de 20 anos de profissão, Geralda atuou nas mais diversas plataformas de comunicação, entre jornal impresso, televisão e rádio, assessoria de imprensa, eventos, entre outros. Em assessoria de comunicação, trabalhou em segmentos variados, como sindicatos, associações, cooperativas, projetos governamentais, organizações não governamentais e internacionais. Instituições que teve a oportunidade de desenvolver atividades de comunicação, incluindo a elaboração de planos estratégicos de comunicação, mobilização social e coordenação de campanhas institucionais.
Destaque para sua atuação como repórter e chefe de reportagem do programa de rádio Escola Brasil, da ONG Escola Brasil, entre os anos de 2000 e 2003, que lhe possibilitou ser finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, na categoria Destaque em Educação Mídia Eletrônica.
Atuou ainda como assessora de comunicação da Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em que desenvolveu atividades de comunicação e mobilização voltadas aos agricultores familiares, assessorando o Programa Nacional de Crédito Fundiário e Combate à Pobreza Rural e o programa de bibliotecas rurais Arca das Letras.
O WWF-Brasil compartilha da dor da família e prestará uma última homenagem à tão inestimável colega, junto aos familiares em Uberaba.
Velório e enterro
Velório: a partir das 13h, de hoje, na Funerária Irmãos Pagliaro, em Uberaba/MG. Endereço - Av. Leopoldino de oliveira, 4.420 – Centro.
Enterro: amanhã (10/01), às 8h, no Cemitério Medalha Milagrosa, em Uberaba.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Como avaliar a audiência e o público do seu blog
Por James Breiner
As duas medições de tráfego mais importantes para empreendedores jornalísticos não são os visitantes únicos e page views. Esses números podem enganá-lo. Eles contam as pessoas que chegam ao seu site por acidente ou pesquisa, olham para uma página e saem.
Como disse Ken Doctor de forma tão eloquente:
"Visitantes únicos são uma ótima contagem burra. Como já observei, é como se no mundo da imprensa contássemos o assinante diário, que consome cinco horas por mês de uma publicação de notícias, da mesma forma que alguém que estando em um canto da cidade num dia de vento pega uma folha de papel do jornal voando quando levanta a mão para chamar um táxi."
Por outro lado, as duas medidas que devem realmente importar para você são:
- Engajamento: quanto tempo o visitante fica no seu site por visita e quantas páginas ele vê.
- Lealdade: quantas vezes ele retorna por dia, semana ou mês.
A maioria dos visitantes do seu site passa voando. Isso é verdade mesmo para os sites de notícias mais conhecidos. O Project for Excellence in Journalism do Pew Research Center estudou os 25 sites jornalísticos mais populares e descobriu que 77 por cento do seu tráfego veio de usuários que visitaram apenas uma ou duas vezes por mês. Apenas 7 por cento era dos chamados usuários avançados que visitam mais de 10 vezes por mês.
Os usuários com alto engajamento e alta fidelidade (usuários avançados) são importantes de identificar, porque são os mais propensos a pagar por serviços premium, comprar ingressos para seus eventos, apoiar seus anunciantes e recomendar você para outros. Estes são os seus clientes verdadeiros e não os visitantes passageiros.
Uma descoberta preocupante
Então, fiquei surpreso ao perceber recentemente que o Google Analytics conta menos o envolvimento do leitor por causa da maneira como calcula o bounce rate (ou taxa de rejeição)--mais especificamente, a duração de uma visita de retorno. (A rejeição é uma visita em que o visitante vê uma página e sai sem realizar nenhuma outra ação na página.)
Veja como funciona: Digamos que você tuita um link para seu site ou posta o link no Facebook. Alguém clica no link, chega ao seu site, olha para a página recomendada e não clica em nada ou realiza qualquer outra ação. Mesmo que leia a página inteira, o Google conta o tempo gasto como zero.
Você não acredita em mim? Então citarei o Google:
"Como as visitas de rejeição apenas consistem em uma interação, o Google Analytics não tem uma segunda interação para usar como o cálculo da duração ou tempo de visita na página. Estas visitas, e a olhada em uma página incluída na visita, são designadas como duração de visita e tempo na página de zero."
Uau. Eu posso ver agora por que tantas visitas aos meus blogs são medidas pelo Google Analytics como durando apenas 0 a 10 segundos no relatório do engajamento.
Considere o exemplo abaixo de um relatório do Google Analytics sobre o engajamento em um site cultural. Este site especializado em jornalismo de formato longo em que o visitante pode facilmente clicar em um longo artigo, lê-lo na íntegra e sair sem realizar qualquer outra ação. Essa visita seria contado como um bounce e a duração da visita seria medida como duração de 0 segundos.
O gráfico acima mostra que 79% das visitas ao site são medidos como duração de 0 a 10 segundos. Quantos desses foram "visitas de rejeição" que duraram mais tempo? Nós não sabemos. Mas, certamente, alguns duraram. Assim, o verdadeiro nível de envolvimento do usuário deve ser maior do que o que é mostrado no relatório do Google Analytics.
Agora eu entendo porque, quando eu examino a fundo os detalhes de meus relatórios de tráfego para olhar as diferenças pequenas entre visitantes (digamos, os leitores de um artigo específico de um país em um determinado dia ), o tempo total gasto por quatro ou cinco visitantes pode ser igual a zero.
Ainda útil
O que isto significa para você é que o primeiro segmento sobre a duração das visitas no relatório do engajamento --visitas de 0 a 10 segundos-- não é muito útil para você. No entanto, os outros segmentos de duração do relatório ainda são úteis. Eles fornecem uma ideia da porcentagem de usuários que estão gastando um tempo significativo por visita em seu conteúdo. Você pode acompanhar a mudança nos percentuais ao longo do tempo para ver se você está melhorando em prender a atenção dos usuários.
Como blogueiro, é um consolo saber que algumas dessas visitas na categoria de 0-10 segundos podem na verdade ter durado mais tempo. Quanto tempo mais? Eu não sei. Então, vou me concentrar em outros segmentos de duração desse relatório e trabalhar para aumentar o engajamento dos usuários nesses segmentos.
Se você quiser ir mais a fundo nesse tópico de como o Google Analytics calcula tempo, confira este blog de Justin Cutroni do Google.
Este artigo foi publicado originalmente no blog News Entrepreneurs.e traduzido para a IJNet com permissão.
James Breiner é consultor em jornalismo online e liderança. Foi co-diretor do Global Business Journalism Program na Universidade Tsinghua e bolsista do programa Knight International Journalism Fellow, tendo lançado e dirigido o Centro de Periodismo Digital na Universidade de Guadalajara. Visite seus sites News Entrepreneurs e Periodismo Emprendedor en Iberoamérica e siga-o no Twitter.
Imagem cortesia de dalechumbley no Flickr sob licença; segunda imagem de James Breiner
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Regulamentação da mídia: Peru começa a debater a sua Lei de Meios
Por Santiago Gómez, da Agencia Paco Urondo
En un acto en el que inauguró obras públicas, el presidente peruano Ollanta Humala declaró que “no hay que tenerle miedo a este debate y menos al grupo empresarial que hace la concentración, es bueno que el tema y el debate de la libertad expresión, como los demócratas que somos, lo defendamos abiertamente”. Vale recordar que el grupo El Comercio, propietario del diario que lleva el mismo nombre, con capacidad de instalar la agenda mediática en el país, pasó a ser el principal accionista de la empresa mediática Epensa, con lo que ahora El Comercio quedó con una posición dominante en los medios audiovisuales de comunicación peruanos.
Las declaraciones de Humala se realizan en un contexto en el que el Ejecutivo está impulsando el debate por una ley de medios, pero sin presentar un proyecto propio, sino impulsando a la ciudadanía y la oposición a que lo realicen. Hasta el escritor conservador Mario Vargas Llosa apoya la necesidad de regulación a la concentración mediática. En unaentrevista publicada en la revista dominical del diario La República, uno de los principales diarios del país, el escritor declaró que “es sumamente peligrosa en cualquier sociedad que no haya una diversificación amplia de los medios que permita que se ventilen todas las ideas. Si se produce una concentración de medios como se está produciendo en el Perú y esos medios tienen además una línea política muy clara, entonces allí hay una amenaza potencial muy grande contra la democracia”.
Al ser consultado sobre las declaraciones de Vargas Llosa, el presidente peruano, en entrevista con el canal TV Perú, aseguró que "es una vergüenza que en el Perú estemos teniendo un grupo que sea prácticamente el dueño de los medios de comunicación. Es peligroso". El bloque parlamentario Acción Popular - Frente Amplio (AP-FA) anunció ayer, a través del legislador Manuel Dammert, que presentará un proyecto de ley de consenso para garantizar la pluralidad informativa y evitar la llamada concentración de medios.
En simultáneo, el legislador oficialista Santiago Gastañadui, salió públicamente a señalar que el oficialismo cumplirá con su palabra de no presentan ningún proyecto de ley al respecto, para evitar la fantasía de un interés en controlar los medios. "Todo depende de lo que se presente, nos parece bien el anuncio de que se recogerá el punto de vista de todos los sectores, especialmente los periodistas, pero a priori no podemos dar ningún apoyo, tendríamos ver primero lo que propone el proyecto", afirmó el legislador.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Opinião: Mídia tenta implodir reunião de presidentes progressistas em Cuba
Por Francisco Leite, no blog Café com Política
A mídia hegemônica, através de seus vários tentáculos no continente e no mundo, vem tentando implodir a reunião dos 32 chefes de Estado latino-americanos filiados à CELAC (Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos), marcada para os dias 28 e 29 deste mês de janeiro, em Havana, conforme denunciou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para quem, “a manobra vai fracassar”. A CELAC, é uma entidade fundada pelo presidente Hugo Chávez, em 2010, na cidade de Playa Del Carmen, no México, com a colaboração decidida dos presidentes Dilma Rousseff e o ex Lula da Silva, Cristina Kirchner, Evo Morales, Rafael Correa, Sebastián Piñera, Daniel Ortega e do mexicano Felipe Calderón. Seu primeiro propósito: estabelecer uma agenda energética comum na região. A CELAC foi inicialmente presidida por Sebastião Piñera, do Chile, cargo que passou recentemente ao cubano Raul Castro.
A cúpula da CELAC vai coincidir com a reinaugração, tendo como ponto alto a presença de todos os chefes de Estado, do Porto de Mariel, em Havana, totalmente reformulado com a ajuda financeira e tecnológica do Brasil, à frente a empresa Odebrecht. Pretendendo se transformar num dos maiores centros portuários do Caribe o Mariel transformou-se no novo cartão postal de visitas e símbolo da revitalização econômica que Cuba vem empreendendo nos últimos anos. Como a obra representa um marco do vigor da nova integração latino-americana, desencadeada por Chávez, Lula e Kirchner, no início do novo século, e por contrariar incrustados interesses de multinacionais americanas e europeias, antes habituadas com a exclusividade dos contratos, passou sou a ser objeto de sórdida campanha dos meios de comunicação, principais porta-vozes dessas empresas. Outro encontro importante se dará, em seguida, no dia 31, em Caracas, quando os chefes de Estado do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (que volta a reintegrar-se ao grupo depois de expulso por causa do golpe de estado de 2012), vão definir as novas bases de atuação do Mercosul, fundadas na irmandade e integração latino-americana. Na ocasião, o presidente Nicolás Maudro, passará a presidência temporária (de seis meses) da entidade para a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner.
Na edição desta semana a revista brasileira Veja, esta mesma uma transnacional, com sólida participação em seu capital acionário de 30% do grupo multimídia Naspers, da África do sul, e não por acaso um dos esteios do antigo apartheid, desanca a ajuda brasileira a Cuba, afirmando: “O descalabro é obra de Lula. Foi no governo dele, em 2008, que o BNDES decidiu financiar 71% do orçamento da construção do porto. Para entendermos o senso de prioridade do governo do PT, o BNDES emprestou aos cubanos três vezes mais do que destinou às melhorias e ampliações do Porto de Suape desde sua inauguração, em 1983″. Fiel à postura segregacionista de sua matriz sulafricana Nasper, a Veja ainda condenou, desta vez em seu editorial, o governo brasileiro por perdoar dívidas dos países pobres da África: “No ano passado”, exemplifica a revista dirigida no Brasil pelo Grupo Victor Civita, Brasília perdoou a dívida de Congo-Brazzaville, Sudão e Guiné Equatorial… Por decisão de Dilma Rousseff, cada brasileiro teve de fazer uma doação compulsória de 9,50 reais”.
Denúncia de Maduro – Em pronunciamento no sábado, 04/01/14, o presidente Nicolás Maduro denunciou que “o império pretende intrigar os governos irmãos para desunir os países do continente antes da próxima cúpula da CELAC. Sabemos que há conspirações para criar problemas entre os nossos governos. O império norte-americano está se movendo na base de intrigas. Por isso, queremos denunciar: querem intrigar nossos governos, mas vão fracassar”. Na ocasião, Maduro confirmou a cúpula, antes marcada para 17 de janeiro, do Mercado Comum do Sul (Mercosul) para o dia 31 de janeiro, ao que se informou, a pedido da presidenta Cristina Kirchner, por questões de agenda. O presidente venezuelano disseque o Mercosul “buscará avançar na construção da nova agenda do desenvolvimento, união e prosperidade regional”.
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domingo, 5 de janeiro de 2014
Unesco seleciona dois Comunicadores Sociais para o governo federal
Dois editais da Unesco para a seleção de consultores, abertos a jornalistas e comunicadores sociais, graduados, em geral, foram publicados neste fim de semana nos classificados do Correio Braziliense. São duas vagas, ambas para o ministério do Desenvolvemento Social, com atuação em Brasília.
Projeto 914BRZ 3002 Edital 65/2013
Por meio deste edital será selecionado um Comunicador Social para a função de análise, elaboração e revisão de textos para a educação à distância. Também serão aceitos graduadosem Letras - Português e Pedagogia.
O candidato deverá possuir, além da graduação nesta áreas, pelo menos, três anos de experiência profissional nestas funções. O produto a serelaborado pelo profissional selecinado será utiizado no curso à distância de capacitação de gestores e técnicos municipais e estaduais da Operacionalização do Bolsa Família.
Os interessados devem enviar o CV, até domingo, 12 de janeiro, para o endereço sedpi.914brz3002@mds.gov.br.
Este edital foi publicado no Diário Oficial da União, para lê-lo,clique aqui.
Projeto 914BRZ 3002 Edital 76/2013
A segunda vaga do MDS é para selecionar profissional a ser encarregado do desenvolvimento das estratégias de Informação e Comunicação para a promoção e inserção de produtos agrícolas orgânicos e sustentáveis em setores de gastronomia e turismo.
A vaga está aberta a Comunicadores Sociais e também a diplomados em Ciências da Saúde. esta vaga já fora divulgada em dezembro, mas pelo visto não apareceu candidato ou os que apareceram não tiveram seus perfis aceitos.
O objetivo é criar novas demandas desses produtos, qualificação de oferta e sensibilização de consumidores. O projeto se insere dentro do Plano de Superação da Extrema Pobreza.
Há apenas uma vaga para atuação em Brasília e o candidato deverá ter experiência profissional na área de Segurança Alimentar e Nutricional de, pelo menos, cinco anos.
Os candidatos devemse inscrever até o dia 12/01 pelo correio eletrônico sedpi.914brz3002@mds.gov.br .
Este edital foi publicado no Diário Oficial da União, para lê-lo,clique aqui.
Projeto 914BRZ 3002 Edital 65/2013
Por meio deste edital será selecionado um Comunicador Social para a função de análise, elaboração e revisão de textos para a educação à distância. Também serão aceitos graduadosem Letras - Português e Pedagogia.
O candidato deverá possuir, além da graduação nesta áreas, pelo menos, três anos de experiência profissional nestas funções. O produto a serelaborado pelo profissional selecinado será utiizado no curso à distância de capacitação de gestores e técnicos municipais e estaduais da Operacionalização do Bolsa Família.
Os interessados devem enviar o CV, até domingo, 12 de janeiro, para o endereço sedpi.914brz3002@mds.gov.br.
Este edital foi publicado no Diário Oficial da União, para lê-lo,clique aqui.
Projeto 914BRZ 3002 Edital 76/2013
A segunda vaga do MDS é para selecionar profissional a ser encarregado do desenvolvimento das estratégias de Informação e Comunicação para a promoção e inserção de produtos agrícolas orgânicos e sustentáveis em setores de gastronomia e turismo.
A vaga está aberta a Comunicadores Sociais e também a diplomados em Ciências da Saúde. esta vaga já fora divulgada em dezembro, mas pelo visto não apareceu candidato ou os que apareceram não tiveram seus perfis aceitos.
O objetivo é criar novas demandas desses produtos, qualificação de oferta e sensibilização de consumidores. O projeto se insere dentro do Plano de Superação da Extrema Pobreza.
Há apenas uma vaga para atuação em Brasília e o candidato deverá ter experiência profissional na área de Segurança Alimentar e Nutricional de, pelo menos, cinco anos.
Os candidatos devemse inscrever até o dia 12/01 pelo correio eletrônico sedpi.914brz3002@mds.gov.br .
Este edital foi publicado no Diário Oficial da União, para lê-lo,clique aqui.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Ciência e Tecnologia seleciona Jornalista para Cemaden
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres
Naturais - Cemaden, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação lançou concurso público para o preenchimento de diversas vagas nas
carreiras de pesquisador, tecnologista e analista. Dentre as vagas para
analista, existe uma para Comunicação Social em Desastres Naturais.
O candidato deverá ser graduado em Jornalismo ou Comunicação
Social, ter mestrado ou possuir experiência profissional mínima de três anos,
após a graduação, em atividades de comunicação social em Ciência e Tecnologia e
participação em trabalhos interdisciplinares e na elaboração de relatórios e de
projetos correlacionados com comunicação social na área de Ciência e
Tecnologia.
O selecionado irá trabalhar em São José dos Campos ou em Cachoeira Paulista, ambas cidades no Estado de São Pauloi, e terá como atribuições apoiar o desenvolvimento
de estratégias de difusão e comunicação para aumentar a percepção da população
sobre a prevenção de desastres naturais.
Também será de sua responsabilidade desenvolver estratégias de
comunicação e de delineamento dos perfis e diferentes públicos alvos para
difusão técnico-cientifica dos conhecimentos alcançados pelo Cemaden; apoio à
direção, coordenação, organização, planejamento e controle de atividades de
difusão de informações institucionais.
O salário inicial é de R$ 4.206,33, acrescido de R$1.635,00 referentes
à GDACT (Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia ). Se
possuir mestrado e doutorado, a remuneração total bruta pode subir para R$
9.490,33 .
As inscrições ficarão abertas no período de 10/02/2014 a
17/03/2014 (exceto sábados, domingos e feriados). As inscrições poderão ser
feitas pessoalmente, por procuração, ou pelos Correios, via sedex, ou via Correio
Expresso Internacional, para inscrições originadas do Exterior, com aviso de
recebimento.
A inscrição feita pessoalmente ou por procuração deverá acontecer
na sala do CEMADEN no Parque Tecnológico de São José dos Campos, situado à
Estrada Doutor Altino Bondesan, 500, Distrito de Eugênio de Melo (Rodovia
Presidente Dutra, km 137,8), CEP 12247-016, São José dos Campos, SP, Brasil, ou
no Cemaden, localizado no campus do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais,
situado à Rodovia Presidente Dutra, km 39, Cachoeira Paulista, SP, CEP
12630-000– Prédio da DGI.
As inscrições por via posta deverão ser remetidas para a sala do
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais no Parque Tecnológico
de São José dos Campos, situado à Estrada Doutor Altino Bondesan, 500, Distrito
de Eugênio de Melo (Rodovia Presidente Dutra, km 137,8CEP 12247-016), São José dos
Campos, SP, Brasil, a/c de Andréia Cristina Ribeiro Silva, ou no Cemaden,
localizado no campus do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, situado à
Rodovia Presidente Dutra, km 39, Cachoeira Paulista, SP, CEP 12630-000, a/c de
Andréia Cristina Ribeiro Silva – Prédio da DGI.
Para mais informações, clique
aqui e acesse o edital.
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Concurso Público,
Emprego,
Jornalismo Científico,
Vaga para Jornalista
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Jornalismo: novas tecnologias alteram as rotinas profissionais
Por Jussara Mangini, da Agência FAPESP
“Os produtos jornalísticos impressos, televisivos ou radiofônicos são feitos de maneira completamente diferente do que há cerca de 20 anos”, disse Roseli Fígaro, coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).
Responsável pela pesquisa “O perfil do jornalista e os discursos sobre o jornalismo: um estudo das mudanças no mundo do trabalho do jornalista profissional em São Paulo”, que teve apoio da FAPESP, Fígaro destaca que uma série de funções desapareceu da rotina do métier do jornalista.
“O tempo e o espaço, comprimidos pelas possibilidades das tecnologias de comunicação e de informação, foram assimilados nos processos de produção de modo a reduzir o tempo para a reflexão, a apuração e a pesquisa no trabalho jornalístico. O espaço de trabalho encolheu e ao mesmo tempo diversificou-se, transformando as grandes redações em células de produção que podem ser instaladas em qualquer lugar com internet e computador. O jornalismo on-line, em tempo real, os blogs e as ferramentas das redes sociais são inovações nas rotinas profissionais”, disse à Agência FAPESP.
No estudo, concluído em 2013, um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho, orientado por Fígaro, buscou saber o que essas transformações representam em termos de mudanças no perfil do profissional e o que o jornalista pensa sobre o próprio trabalho e sobre o jornalismo. O trabalho é resultado da análise das respostas de 538 jornalistas. Os dados também estão no e-book As mudanças no mundo do trabalho do jornalista (Editora Salta), lançado no segundo semestre de 2013.
Os 538 jornalistas pesquisados são de São Paulo – estado que abriga mais de 30% dos profissionais brasileiros da categoria – e foram consultados em duas fases metodológicas: a quantitativa, com o uso de um questionário fechado de múltipla escolha, e a qualitativa, com entrevista face a face com roteiro de perguntas abertas, e grupo de discussão, com roteiro dos temas mais polêmicos encontrados pelos instrumentos anteriores.
Quatro grupos amostrais responderam os questionários em diferentes períodos: dois grupos em 2009 – um formado com 30 jornalistas de diferentes mídias e vínculos empregatícios, selecionados de maneira aleatória via rede social, e outro constituído por 340 associados do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, também de diferentes mídias, vínculos e funções.
Um grupo de 90 jornalistas freelancers (sem vínculo empregatício), trabalhando em diferentes mídias, foi consultado em 2010. E um outro grupo de 82 jornalistas de uma grande empresa editorial da capital paulista também compôs a amostra, como fruto de uma pesquisa anterior, realizada em 2007.
Para a fase qualitativa – com entrevista individual de 20 jornalistas e discussão em focus groups, em duas sessões, com 16 jornalistas no total – foram selecionados 36 dos 538 jornalistas que responderam os questionários na fase quantitativa.
De forma geral, a maioria dos jornalistas tem um perfil socioeconômico de classe média, é jovem (até 30 anos), branca, do sexo feminino, não tem filho, atua em multiplataformas e tem curso superior completo e especialização em nível de pós-graduação. Outras características comuns são a carga horária de trabalho – de oito a dez horas por dia – e a faixa salarial de R$ 2 mil a R$ 6 mil.
O predomínio feminino coincide com os dados divulgados pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que, no fim de 2012, registrou que os jornalistas brasileiros eram majoritariamente mulheres brancas, solteiras, com até 30 anos. Apenas no grupo dos sindicalizados, que reúne os profissionais com a faixa etária mais elevada e maior tempo de profissão, observou-se predomínio masculino.
Precarização dos vínculos empregatícios
A reestruturação produtiva ocorrida no mundo do trabalho, principalmente a partir dos anos 1990, transformou as relações de trabalho, afirma a pesquisadora na introdução de seu livro. Foi a partir dessa década que aumentou o número de jornalistas contratados sem registro em carteira profissional, abrindo caminho para novas formas de contratação, como a terceirização, contratos de trabalho por tempo determinado, contrato de pessoa jurídica (PJ), cooperados e freelancers, entre outros.
A chamada “flexibilidade” acaba por transferir aos trabalhadores o peso das incertezas do mercado. “Como mão de obra maleável seja em termos de horário, de jornada de trabalho ou de um vínculo empregatício, esses profissionais não podem planejar suas vidas em termos econômicos nem em termos afetivos”, disse Fígaro.
Os freelancers trabalham em período integral, para vários lugares, sozinhos em casa. Começam a pensar como empreendedores, aplicam os conhecimentos do jornalismo em outras atividades, como na revisão de trabalho acadêmico ou até na venda de pacotes de assessoria de comunicação para políticos.
Os mais jovens e os freelancers são os que menos conseguem planejar sua vida pessoal em relação à profissional fora do curto prazo, de acordo com a pesquisadora. “Trabalham hoje, para consumir hoje e não sabem como será seu trabalho no ano seguinte. Imagino que isso cause grande parte do estresse na vida do indivíduo”, afirmou Fígaro.
A pesquisa também verificou que as novas gerações se sindicalizam menos. Uma possível explicação para isso, segundo Fígaro, é que os profissionais que vivem instabilidade financeira e têm dificuldade em se relacionar com o mundo do trabalho não vislumbram soluções coletivas – como sindicalizar-se ou organizar-se para pleitear melhores condições de trabalho –, mas sempre em saídas individuais como, por exemplo, arrumar mais um emprego.
“Possuem um perfil profissional deslocado de valores coletivos, são individualistas e muito preocupados com o negócio. Vão em busca do cliente e consideram a informação um produto.” Ela ressalta, no entanto, que isso não quer dizer que o jornalista não esteja preocupado com causas da coletividade ou da sociedade, mas que há uma busca individual de soluções.
Os profissionais da área sabem que uma característica comum é a alta rotatividade de emprego: muda-se muito de uma empresa ou veículo de comunicação para outro. Na avaliação de Fígaro, “se por um lado, a experiência pode enriquecer o profissional, por outro é sempre um começar de novo, um novo que não é tão novo, porque se fica no mesmo nível hierárquico”.
De acordo com ela, é exigida hoje do jornalista atualização constante no uso de ferramentas digitais de prospecção, apuração e edição de informações. É fundamental ter habilidades e competências que permitam a atuação em diversas plataformas – impressa, tevê, rádio, internet – e em diferentes linguagens – verbal, escrita, sonora, fotográfica, audiovisual, hipertextual. “Exigem-se ainda noções de marketing e de administração, visto que se prioriza a visão de negócio/mercadoria já inserida no produto cultural, por meio do tratamento dado às pautas e à segmentação de públicos”, disse Fígaro.
Diferenças entre gerações
Enquanto os mais jovens estão fora das redações, em trabalhos precarizados, os mais velhos migram para a coordenação das assessorias de comunicação.
A coordenadora do estudo comentou que há casos muito conflituosos de desrespeito e intolerância tanto em relação ao profissional mais velho, quanto em relação ao jovem muito tecnológico, sem experiência. “As empresas, no afã de mudar sua cultura e dinamizar os interesses de seu negócio, quebram uma regra muito importante no mundo do trabalho: a transferência de saberes profissionais de uma geração para outra. Isso traz danos não só para a empresa, mas para toda a sociedade. Há um custo social a pagar por isso”, avaliou Fígaro.
Há diferença entre o que significa ser um bom jornalista hoje em relação a 20 anos atrás? “Jornalistas trabalham com os discursos da sociedade. Devem, portanto, compreender as implicações disso: discurso é produção de sentido; e produção de sentido é tomar posição, é editar o mundo e disponibilizar essa edição para quem estiver interessado nela.”
De acordo com a pesquisadora, hoje é preciso maior destreza com tecnologias que não existiam. Os jornalistas tinham menor destreza anteriormente? Não, na opinião de Fígaro. “Ser multitarefa e multiplataforma são exigências que colocam em ação habilidades humanas diferentes; e trazem implicações profissionais diferentes.”
Sob esse aspecto, os profissionais apresentam no discurso preocupação com a ética jornalística, com a apuração, com o texto, com a qualidade e a idoneidade das fontes. “Mas eles também têm claro que o tempo da racionalidade produtiva da mídia é o algoz do bom jornalismo. Destaco que esse tempo não é o tempo da vida cotidiana. É o tempo da produção comercial do produto notícia”, ressaltou Fígaro.
Formação profissional
Da amostra total, cerca de 5% não têm ou não concluíram o ensino superior. A absoluta maioria possui nível superior e, em média, 65% deles têm curso de especialização em nível de pós-graduação.
A mudança operacional é tão evidente que os cursos de jornalismo ganharam na última década teor ainda mais técnico-prático e operacional; fato que, na opinião da pesquisadora, não deveria se contrapor à preocupação com a ampla formação cultural e humanística do futuro profissional. “No entanto, é isso que vem acontecendo, inclusive com o aval do cliente/aluno, visto que a maioria dos jornalistas da pesquisa se formou em faculdades privadas.”
Outra característica marcante é que o jornalista começa a trabalhar muito cedo. Antes mesmo de concluir a faculdade, é incentivado a conquistar logo um posto de trabalho na área. Fígaro percebeu que há até um certo desprezo pela faculdade, como se o necessário fosse somente a formação técnica conquistada no âmbito do trabalho. “Essa discussão é complexa. O trabalho nunca é só técnica, norma, prescrição de uma empresa para a produção de determinado produto. Para o trabalho mobiliza-se um conjunto de saberes amplos que vão da gestão de si próprio e suas habilidades, à gestão das normas, dos relacionamentos, das linguagens etc.”
Na avaliação dos pesquisadores, parte dos profissionais da amostra teve uma formação “débil” no que diz respeito à capacidade de inter-relacionar fatos, dados e acontecimentos de maneira contextualizada política, social e historicamente. “Na verdade, é essa capacidade que considero como conhecimento fundamental para o desempenho da profissão”, disse Fígaro.
Produção de conteúdo
Os autores da pesquisa destacam o quanto o processo de seleção, análise e interpretação das informações, que são de fácil acesso hoje, ficou mais complexo e exige maturidade intelectual, profundo compromisso com a ética jornalística e com os fundamentos da produção do discurso jornalístico. Porém, lamentam que “o limite e a separação entre as orientações da redação de um veículo de comunicação e a área comercial da empresa, antes tão fundamentais para a credibilidade do exercício profissional, hoje sequer fazem parte do repertório das novas gerações”.
Os jornalistas da empresa editorial pesquisada consideram os meios de comunicação o negócio mais promissor do mundo globalizado e um negócio como outro qualquer. O grupo de jornalistas selecionado nas redes sociais se divide sobre o papel dos meios de comunicação – para uns, é um instrumento de fazer política, cultura e educação e, para outros, trata-se de um negócio como outro qualquer. Os sindicalizados e os freelancers consideram os meios de comunicação um instrumento de informação, cultura e educação.
No que diz respeito à opinião dos jornalistas sobre o “valor” da informação, apenas os profissionais do grupo dos sindicalizados a veem como um direito do cidadão. Os demais a consideram um produto fundamental da sociedade.
Dessas questões derivam outras em relação ao tipo de jornalismo que o cidadão deseja e daí qual o engajamento profissional necessário. “Está em jogo que tipo de democracia se quer construir, pois o direito à informação é o alicerce de uma sociedade democrática”, disse Fígaro.
Para a pesquisadora, falta a compreensão de que o jornalista é o profissional que trabalha com os discursos das diferentes instituições e agentes sociais para devolvê-los aos cidadãos, de maneira compreensível. “A informação é um direito humano, consagrado pela nossa Constituição e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Hoje, grande parte dos jornalistas encara a informação como uma mercadoria como outra qualquer e, em minha opinião, aí está o problema.”
Consumo cultural
A maioria dos jornalistas pesquisados lê jornais todos os dias; quem menos lê, no entanto, são osfreelancers. Todos os grupos afirmam assistir à televisão todos os dias. Parte da mostra também ouve rádio todos os dias. A internet, mais do que outros meios de comunicação ou de comunicação interpessoal, é o meio pelo qual todos ficam sabendo das notícias mais importantes, fazem compras, estudam, trabalham e pesquisam.
Ainda assim, o que o jornalista mais segue nas mídias sociais é a mídia tradicional e grandes veículos de comunicação e a busca, geralmente, está mais ligada ao trabalho do que à obtenção de informação em si.
Todos os grupos gostam de ler, ir ao cinema, boa parte vai ao teatro. Nas horas vagas, alguns vão à academia de ginástica e outros não vão a lugar algum.
Para os autores da pesquisa, o maior crédito que atribuem ao estudo e ao e-book, além dos dados levantados, é provocar nos jornalistas um debate sobre a profissão.
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