Caros leitores e leitoras.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vaga de consultor de Comunicação na Argentina

A informação foi divulgada pela web-revista argentina Imagen. Importante empresa de consultoria em Relações Públicas e Comunicação Social - o nome não é revelado - está selecionando jovem consultor em Comunicação para atuar na Argentina. Pelos termos da integração do Mercosul, o trabalho em outro país membro do bloco é totalmente permitido.
Os interessados devem enviar curriculo com foto e pretensão salarial para o endereço eletrônico asilvinarosario@gmail.com, indicando o assunto com o termo "Ejecutivo de Cuentas".  Os requisitos, em espanhol, são os abaixo:


Entre 24 y 30 años.
Graduado de RRPP o Comunicación.
Con experiencia en la función de un mínimo de dos años, realizada preferiblemente en consultoras de prestigio.
Buen manejo de idioma inglés (comprobable).
Priorizaremos a las personas con buenos antecedentes académicos y sólida trayectoria laboral.
El lugar de trabajo es en el microcentro, el horario de 9:30 a 18:30 hs., en una de las más tradicionales consultoras, y el clima laboral es excelente.
Enviar a la brevedad CV con foto, sin omitir remuneración pretendida.
 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Jornalista lança livro sobre Hugo Chávez

Polêmico, amado ou execrado, mas dominando os acontecimentos na América Latina há 14 anos, ao longo dos quais comandou 16 eleições democráticas em seu país, o presidente da Venezuela é visto aqui a partir do protagonismo que revirou pelo avesso as antigas relações entre os países vizinhos e a situação política em cada país do continente. Por causa do câncer que o obrigou a fazer três delicadas cirurgias, Hugo Chávez permaneceu, em diferentes intervalos, 250 dias em Cuba. Em outra época, o presidente dificilmente resistiria a um golpe de Estado. Como o coronel paraquedista construiu sua blindagem democrática para manter-se no poder há 14 anos é um dos temas centrais do livro “Quem tem medo de Hugo Chávez?”, pela Editora Aquariana, de São Paulo, que estará nas principais livrarias a partir da segunda quinzena de novembro.

Veja aqui imagens do lançamento do livro

De autoria do blogueiro FC Leite Filho, que já atuou como jornalista nos principais jornais do país e escreveuEl Caudillo – Perfil Biográfico de Leonel Brizola, também pela Aquariana, e com prefácio do jornalista Beto Almeida, o livro, que já aborda a última reeleição de Chávez, de sete de outubro último, ainda faz um levantamento da relação especial com Cuba, que ele considera essencial, não apenas para a segurança venezuelana e latino-americana, como também para a popularização das políticas públicas, sobretudo as vinculadas à educação e à assistência médica universal à população.
O livro, porém, não consiste em mais uma das 300 biografias já escritas sobre o presidente bolivariano. É antes uma mirada sobre os ventos renovadores que, desde 1999, varreram o analfabetismo, distribuíram laptops nas escolas públicas e dignificaram os salários em países latino-americanos como o Brasil, Argentina, Equador, Bolívia. Diante de uma Europa que se afunda nos 25% de desemprego da Espanha – contra a média de 7% no Brasil, Argentina e Venezuela -, e uma Suécia e uma Inglaterra, antes exemplos de democracia, que pressionam para entregar Julian Assange aos Estados Unidos, onde enfrentaria a pena de morte, é no Equador, que o diretor do Wikileaks encontra asilo para defender seus direitos humanos e ideais de uma comunicação transparente. Aqui, também, o leitor vai se informar de como esses países se blindaram contra a crise mundial e seus seguidos espasmos que até hoje agrilhoam indistintamente europeus e estadunidenses, enquanto o FMI, não mais nosso verdugo, enfia goela abaixo seus remédios amargos à Grécia, Espanha, Portugal e até a antes gaulilsta e gloriosa França.
Perfil do autor
Jornalista e blogueiro independente, Francisco das Chagas Leite Filho (Sobral-Ce, 1947, e baseado em Brasília a partir de 1968) dedicou-se ao estudo de líderes transformadores que se focaram na educação e na soberania para vencer o atraso e afirmar-se neste novo mundo pluripolar. Desde Leonel Brizola, a quem dedicou seus dois primeiros livros, o autor agora se desdobra para explicar o fenômeno Hugo Chávez, de quem estudou quase 500 discursos, e a arrancada que ele deu para, junto com Lula, Dilma, Cristina, Rafael, Daniel Ortega, Mel Zelaya, Fernando Lugo e Evo Morales, efetivar a integração latino-americana. 
Nas principais livrarias do país, a partir de 15/11/2012 - Preço: R$ 45,00
Pedidos também podem ser feitos diretamente no site da Editora Aquariana

Opinião: Nada de novo na SIP

Por Venício Artur de Lima, publicado originalmente em TEORIA e DEBATE Edição 106
Fundada em Cuba, ao tempo de Fulgêncio Batista (1943), com sede em Miami, EUA, a SIP reúne os donos dos principais jornais privados das Américas e é fruto do ambiente de disputa ideológica da guerra fria, pós-Segunda Guerra.
Entre as posições que tem defendido, a SIP se opõe obstinadamente à revolução cubana, foi contra o sandinismo na Nicarágua, apoiou o golpe contra Salvador Allende no Chile, foi contra o debate sobre a Nova Ordem Mundial da Informação e da Comunicação (Nomic), na Unesco, na década de 1980. Mais recentemente, tem sido crítica implacável dos governos latino-americanos que propõem a regulação democrática do mercado das empresas de comunicação.
Ao longo das últimas décadas, por óbvio, o mundo mudou. A América Latina mudou. Em particular, o mundo das comunicações mudou. A revolução digital e a convergência tecnológica refundaram os conceitos e a prática da produção e da distribuição de notícias. A mídia impressa passa por transformações profundas e até mesmo a sobrevivência dos jornais – no formato atual – tem sido questionada.
Mas a SIP não mudou. Suas bandeiras e sua linguagem não mudaram. A cada ano, a cada assembleia, reafirma seu repúdio aos avanços que a maioria da população latino-americana vem conquistando, democraticamente, nas últimas décadas. Seu ideário continua o mesmo dos velhos tempos da guerra fria e das ditaduras militares e/ou civis que ajudou a instalar e com as quais colaborou em todo o continente.
Nas conclusões da assembleia realizada no Brasil está escrito:

A violência contra a integridade física dos jornalistas e a crescente intolerância dos governos autoritários são os principais problemas que a imprensa independente no continente enfrenta hoje. [...] E uma feroz ofensiva liderada pelos presidentes da Argentina, Equador e Venezuela tenta silenciar o jornalismo independente nos seus países mediante leis para regular o exercício do jornalismo, discriminação na concessão da publicidade oficial e imensos aparatos midiáticos estatais e privados utilizados para difamar e para promover campanhas sujas. [...] No Brasil, a justiça continua emitindo decisões contra a mídia para impedir a circulação de informações (ver aqui).
Para a SIP, seus membros e seus aliados, “imprensa independente” e “jornalismo independente” são equacionados com a cobertura política que a grande mídia fez e continua a fazer na América Latina, incluído o Brasil.

“Independente” é considerar liberdade da imprensa como liberdade de expressão e excluir milhões de vozes que permanecem secularmente impedidas de participar do debate público. Na ressignificação da SIP, “independente” identifica, de fato, imprensa e jornalismo opinativos e partidarizados, defensores de uma democracia elitizada e excludente em pleno século 21.

Acima de tudo, para a SIP hoje, “independente” é o código para um liberalismo arcaico que luta sem tréguas contra qualquer forma de interferência do Estado para garantir direitos da cidadania; contra qualquer forma de regulação democrática, mesmo aquela que existe há décadas nas democracias liberais mais avançadas do planeta; contra tudo que possa pôr em risco os imensos privilégios dos oligopólios privados de mídia na América Latina.

A SIP continua no tempo da guerra fria. Não mudou. Nem mudará.
Venício A. de Lima é jornalista e sociólogo, pesquisador visitante no Departamento de Ciência Política da UFMG (2012/2013),
professor aposentando de Ciência Política e  Comunicação da UnB.

Opinião: A Internet para os brasileiros

Por Alessando Molon, publicado originalmente na Brasil 247

Dezessete anos depois de a internet começar a ser oferecida comercialmente no Brasil (1995), a Câmara dos Deputados está prestes a aprovar a primeira lei geral sobre internet em nosso país. Mas, se a internet existe há tanto tempo no Brasil sem uma lei própria, será necessário agora criar tal lei? Sim. E é fácil entender as razões.

Em primeiro lugar, precisamos de uma lei que proteja uma característica essencial da rede, para não dizer a mais fundamental: a sua neutralidade. Sem uma lei que a garanta, as práticas do mercado a farão morrer. Uma rede neutra é uma rede em que os pacotes de dados que por ela trafegam não são discriminados em função de sua origem, destino ou conteúdo. Ou seja, uma rede em que podemos acessar, com a mesma facilidade, qualquer site, blog, rede social ou outro provedor de aplicações que queiramos. Sem neutralidade, só conseguiremos acessar num tempo razoável os conteúdos ou serviços que os provedores de conexão quiserem - ou seja, aqueles que lhes pagarem uma taxa especial para terem prioridade no tráfego. Se isso ocorrer, acaba-se com a liberdade de escolha do usuário, com a livre concorrência na rede e com a possibilidade de inovação. Para afastar de vez estas ameaças, precisamos do Marco Civil.

Há outro grave risco que hoje enfrentamos na rede: a violação da privacidade do usuário. Para se ter uma ideia, já há empresas estrangeiras operando em conjunto com provedores de conexão brasileiros para analisar, sem a permissão do usuário/cliente, nossa navegação na internet. Ou seja, sem que o internauta saiba, enquanto ele navega, há alguém analisando o que ele busca na rede, com quem se conecta, o que lhe interessa, para vender estas informações para marketing direcionado. Uma inadmissível invasão de nossa privacidade. Isso sem falar na venda de dados pessoais do internauta, como nome, endereço, e-mail, sem sequer seu conhecimento. No Marco Civil, protegemos o internauta de todos estes abusos. Além disso, criamos a possibilidade de que ele, caso decida encerrar seu perfil em uma rede social, possa requerer a exclusão definitiva de seus dados pessoais, o que não ocorre. Atualmente, quando se encerra um perfil em uma rede social, os dados pessoais são tornados indisponíveis, mas ficam guardados.

O Marco Civil da Internet também será um poderoso instrumento de proteção da liberdade de expressão, direito fundamental e alicerce da democracia. Num mundo em que a internet tem servido tão fortemente para o progresso científico, cultural e político e, por conta disso, sofrido tantas retaliações e censuras em diversas nações, é fundamental proteger a liberdade na rede. Alguns segmentos manifestaram recentemente seu temor de que esta proteção à liberdade de expressão pudesse servir de escudo para violações de direitos autorais. Para afastar qualquer dúvida, incluímos um dispositivo que explicitamente impede isto.

Por tudo isto, entre vários outros avanços, é que o Marco Civil da Internet vem sendo considerado, no Brasil e fora dele, um dos melhores projetos de lei sobre a internet do mundo. A Câmara dos Deputados precisa aprová-lo para garantir que a nossa internet possa se tornar cada vez mais uma rede livre, aberta, democrática, descentralizada e aberta à inovação. É isto que os internautas brasileiros querem. E merecem.

sábado, 10 de novembro de 2012

Imprensa alternativa do DF pode ter garantida cota de publicidade oficial

Publicado originalmente em Informe DF

Proposta em tramitação na Câmara Legislativa do Distrito Federal pretende garantir a sobrevivência dos veículos de comunicação alternativos de todo o DF. Trata-se do PL 1152/2012, que destina cinco por cento da verba institucional de publicidade do GDF para investimento obrigatório em jornais de quadra, blogs, revistas e rádios alternativas existentes em nossas cidades. Se aprovada, a proposta garantirá viabilidade econômica, a independência ideológica e a manutenção dos empregos dos trabalhadores desses meios de comunicação. “Pretendemos garantir o funcionamento desses veículos que são importantes que a população tenha acesso livre à informação, além das veiculadas nas mídias convencionais”, afirma o autor do projeto, deputado distrital Cristiano Araújo (PTB).
A proposta é um pleito da Associação de Veículos de Comunicação Comunitária do Distrito Federal (Asvecom), entidade que reúne cerca de 70 veículos de comunicação alternativos. Os empresários do setor se queixam das dificuldades enfrentadas para terem acesso à publicidade pública. 
Segundo informações da Asevecom, atualmente existem no DF cerca de 200 veículos de comunicação alternativos. Muitos deles recebem recursos do GDF para suas publicações, mas nenhum tem garantida a continuidade das verbas em suas operações, o que dificulta suas manutenções.
O Orçamento-Geral do DF prevê para 2012 cerca de R$ 147 milhões para gastos com publicidade institucional. Caso a proposta estivesse em vigor, as mídias alternativas contariam com R$ 7 milhões.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Jornalista Beto Almeida é condecorado pela UPEC - Unión de Periodistas de Cuba


Publicado anteriormente em Pátria Latina  e em Cubaminrex

El destacado periodista brasileño, Carlos Alberto Almeida (Beto),  en acto solemne en la sede de la Unión de Periodistas de Cuba (UPEC), fue condecorado con la Distinción Félix Elmuza. La medalla que otorga el Consejo de Estado, le fue entregado  por Tubal Páez, presidente de esa organización.
La vicepresidenta de la UPEC, Aixa Hevia, destacó la trayectoria del analista brasileño dentro del movimiento de solidaridad con Cuba y su permanente acción en favor del periodismo revolucionario y contra el terrorismo mediático.
Visiblemente emocionado, el homenajeado agradeció el gesto, el cual dijo aceptar como parte de su compromiso irreductible por divulgar la verdad de la patria de José Martí, en un contexto internacional en el que los grandes medios pretenden imponer una visión distorsionada de la realidad.
Beto Almeida es invitado permanente de la Junta Directiva de Telesur, presidente de Televisión Ciudad Libre en Brasil, y de TV comunitaria de Brasilia, corresponsal de Radio de Madres Plaza de Mayo de Argentina, y miembro del Consejo Editorial del “Jornal Brasil de Fato”.
Se encontraban presentes diversas personalidades de la prensa y amigos del galardonado, entre ellos Luis Acosta, vicepresidente primero del Instituto Cubano de Radio y Televisión (ICRT)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

UFMT seleciona professor substituto de Jornalismo

Além das quatro vagas do concurso de professor assistente, o Curso de Comunicação Social - Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Barra do Garças, está disponibilizando uma vaga para professor substituto na área de Comunicação Social, que tem como requisito básico: graduação em Jornalismo ou em Rádio e TV. 

Leia também:

UFMT seleciona quatro professores de Jornalismo



O contrato da vaga de professor substituto é temporário, válido até o final de junho de 2013 e o salário varia de acordo com a formação do candidato selecionado. Se tiver apenas graduação, R$  2.215,54; especialista, R$ 2.356,41; mestrado, R$ 3.137,18; e doutorado, R$ 4.472,00.
A seleção será nos dias 13 e 14 de novembro e as inscrições dias 09 e 12.
E quem estiver participando da seleção de substituto, também pode participar do concurso. 

Mais informação, clique aqui.