Caros leitores e leitoras.

sábado, 3 de março de 2012

Confira a programação da TV Cidade Livre para este domingo, 4/3

Se você está cansado da mesmice da televisão brasileira, aberta e paga, experimente algo diferente: a TV  Cidade Livre, o canal comunitário de Brasília, veiculado no canal 8 da NET.
Para este domingo 4/3 a programação é a seguinte:



8h00 – Documentário: O veneno está na mesa
8h52 – 60 Anos de Trio Elétrico
10h – Jornal Telesur
10h34 – A Revolução de Angicos - ‘Centro Comunitário Paulo Freire - Documentário’
10h34 – Conexão cidadã com Ivelise - Codeplan
11h17 – Espaço Sindical 2012
12h00 – Telejornal Telesur
13h - Pontão de Cultura com Geniberto Campos
13h30 - Contra Corrente entrevista do embaixador do Equador Horácio Se Villa Borja
14h49 – Vídeo sobre a Samambaia
15h00 – Jornal Telesur
16h – Documentário: Carne e Osso 
17h09 – Banda Evora
17h23 – Especial Educativa com Pereira da Viola
18h18 – Pontão de Cultura com Geniberto Campos
18h47- Documentário: Calles 
19h00 - Rrruido (fixo)
19h26 – Documentário: 4 Estações 
20h00 -  Palavras de Paz – Sua Terra(fixo)
20h30 – Mulheres Antenadas
21h06 – 1° CONCLAT – Conferência Nacional da Classe Trabalhadora
21h37 – Bloqueio – A guerra contra Cuba
22h05 – Abccom – Arquitetura da Exclusão
22h30 – Trabalho Legal – Emprego Formal (fixo)
22h58 – A Guerra que você não vê
00h37 – Tai Chi Chuan – Uma Via para o Tao
01h05 - Jornal Telesur

quinta-feira, 1 de março de 2012

TV Senado terá multiprogramação e canal digital em todas as capitais


Duas portarias baixadas pelo ministério das Comunicações, nesta quinta-feira (1º), ampliam a transmissão da TV Senado e autorizam a TV Senado a fazer a multiprogramação, que é a subdivisão do canal para compartilhamento de programação no sistema de televisão digital aberta.
Com a autorização do Ministério das Comunicações, o sinal da TV Senado poderá ser transmitido em qualidade digital e em sinal aberto para todas as capitais do Brasil. Segundo o ministro Paulo Bernardo, a ideia é usar a estrutura das TVs das assembleias e tribunais estaduais para transmitir a programação da TV Senado.
Sarney agradeceu a Paulo Bernardo e elogiou a boa vontade do Ministério das Comunicações com as demandas da TV Senado. Para Sarney, .
O presidente do Senado, presente à solenidade, afirmou que  a transmissão da programação para todas as capitais é uma forma de ampliar o processo de transparência da Casa, pois permite ao cidadão acompanhar as atividades do Senado e fazer sugestões e críticas aos senadores. 
A portaria vai possibilitar a ocorrência de parceria com as assembleias e tribunais, que permite a redução de custos, e a qualidade técnica dos funcionários da área de comunicação do Senado.
O secretário de Comunicação do Senado, Fernando César Mesquita, e a diretora da TV Senado, Leila Daher, também estiveram presentes.

Jornalistas do DF iniciam campanha salarial 2012

Enviado pelo SJP-DF


Assembleia para aprovar pauta será no próximo sábado (03), 10h30, no Clube da Imprensa.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF já iniciou os procedimentos relativos à Data-base de 2012 referente à negociação da Convenção Coletiva de Trabalho celebrada junto ao Sindicato das Emissoras e Rádio e TV, Revistas e Jornais (SINTERJ-DF) .

A minuta da pauta de reivindicações foi elaborada após uma sequência de reuniões no mês de fevereiro que contou com um estudo comparativo das mais recentes Convenções Coletivas de Trabalho de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ela será submetida à Assembléia Geral neste sábado, dia 3, no Clube da Imprensa, a partir das 10h30.

Horas extraordinárias (o chamado banco de horas)
Pelo diagnóstico da diretoria do SJPDF dois pontos vão merecer maior atenção neste ano: as cláusulas de compensação de horas-extras e o auxílio-alimentação. A atual cláusula conhecida como Banco de horas  - o maior desafio - permite que as horas-extras sejam compensadas sem proporção com os adicionais de horas-extras válidos para o pagamento pecuniário (70% e 65%). Isso gera uma distorção muito favorável aos patrões. Essa proporção deve ser respeitada e ampliada para 80% pela proposta do sindical, resultando cada hora extra trabalhada em pelo menos 1 hora e 45 minutos de folga.

Auxílio-alimentação
Quanto ao auxílio-alimentação, é inadmissível que o Distrito Federal seja uma das únicas unidades da federação em que os jornalistas não tem um valor desse auxílio consignado na Convenção Coletiva. O valor pleiteado na minuta é de R$ 20,00, condizente com o custo da alimentação cada vez mais elevado em Brasília.

Reajuste
A minuta traz o pleito de 13,14% de aumento - mesmo índice concedido ao Salário Mínimo. O valor, além de cobrir a defasagem salarial causada pela inflação no período, reflete um ganho real considerado adequado diante das perdas do passado e do crescente estresse vivido pelos jornalistas em coberturas cada vez mais extenuantes.

PLR (antigo abono)
Quanto ao Programa de Participação nos Lucros e Resultados, o Sindicato vai insistir no texto proposta no ano passado que prevê a instalação das comissões negociadoras por empresa, como prevê a legislação, propiciando pagamentos mais adequados a rentabilidade de cada grupo de comunicação.

Plantões
Segundo a proposta, devem de ter duração máxima de sete horas (e não de 10 como previsto na CCT vigente) e devem ser compensados por folgas nos sábados e domingos seguintes. E só podem ser realizados no máximo duas vezes por mês de forma alternada (um plantão, uma folga, um plantão, uma folga). Atualmente o empregador pode colocar o trabalhador para cumprir dois plantões em fins-de-semana seguidos, bastando garantir uma folga entre eles.
O texto também estabelece que as escalas sejam divulgadas com um mês de antecedência para o caso de plantões normais e 60 dias para Natal, Carnaval e Semana Santa.

Adicional por tempo de serviço
A proposta estende o benefício de adicional de 3% a cada quinquiênio (limitado a sete quinquiênios) a todos os jornalistas, e não apenas aqueles admitidos até 1997 como consta na CCT atual.

Abono de faltas
Além do abono em casos de falecimento de cônjugue e ascendente ou descendente, o texto inclui essa possibilidade para o acompanhamento de cirurgias não-eletivas de pessoas nessas mesmas condições.

Gestantes e mães
A proposta mantém a flexibilidade de horário para gestantes e propõe a estabilidade para elas e para nutrizes de 150 dias, ao invés dos 90 atualmente válidos. Quanto à licença-maternidade, é estabelecida proposta de 180 dias.  

Demais cláusulas
Mas esses não são os únicos pontos. No total, a minuta trará mais de 20 ajustes pontuais em cláusulas já existentes, ampliando os direitos dos trabalhadores com vistas à maior qualidade de vida no desempenho de suas funções e prerrogativas, tão uteis à sociedade.

Piso
No que se refere ao piso, o acordo celebrado no ano passado para unificação dos pisos até o ano de 2013 retira este tema da mesa de negociação neste ano, tendo garantido já um aumento para os salários mais baixos (mídia eletrônica) da ordem de 8%, ou seja, acima da inflação estimada para o período.

Vote na foto brasileira do Prêmio Habitat da ONU


Por Edit Pinto da Silva
Repórter fotográfico, com larga experiência em veículos de comunicação em todo o País, SÉRGIO AMARAL é natural de São Paulo, onde construiu bela carreira há 35 anos. Depois disso viveu e trabalhou no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Atuou nos jornais O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense e na Revista Veja.
Profissional de qualidade ímpar e arguto já ganhou prêmios no Brasil e no exterior. Hoje trabalha como free-lancer para respeitados veículos de comunicação, sempre busca o melhor ângulo para retratar a cena como ninguém. É implacável!


Atento e disciplinado faz de sua câmera um veículo de debates, que levanta questões relevantes. SÉRGIO AMARAL é uma pessoa simples e que vê a vida através da câmera fotográfica como se disso dependêssemos para tomar rumos em nossas vidas. Sócio da Agência Pixel desde 2004, esse profissional da fotografia atende a clientes como as revistas Época, Isto É, Carta Capital, 4 Rodas, Caras e organismos como WWF Brasil, Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Organização do Tratado de Cooperação Amazônica. Também atende clientes de instituições federais, Embaixadas creditadas em Brasília, Federações e Confederações de segmentos variados como comércio, indústria e Feiras Internacionais como de Negócios para o Futebol.
É o caso, agora, da fotografia RECIFES MANANCIAIS que concorre ao Prêmio Habitat da ONU, com o objetivo de discutir o rumo das cidades diante daquilo que passou a ser conhecido como superpopulação e que tem ocasionado transtornos a quem vive, em especial, nas metrópoles. Mas, que, sem dúvida vai acarretar danos ambientais, sonoros e outras mazelas às populações que veem nas grandes cidades a oportunidade de vencer na vida.
Nessa luta diária para retratar os dilemas e questões em geral ganhou Prêmio Esso de Fotografia em 1992 e o Grande Prêmio do Salão Finep de Fotojornalismo em 1996. Além disso, está em sua galeria a Medalha de Excelência Gráfica da SND-Society for News Design, categoria "Editor de Fotografia" pelo Correio Braziliense, o mais importante jornal diário da capital do País. È detentor, também, dos seguintes prêmios:
Fundación Del Nuevo Periodismo - presidida por Gabriel Garcia Márquez, menção honrosa, 2004
Prêmio Ayrton Senna, Menção Honrosa, jornal O Estado de São Paulo, 2002
Prêmio Libero Badaró, Menção Honrosa, jornal O Estado de São Paulo, 2001
SND-Society for News Design, Medalha de Excelência Gráfica, como editor de fotografia no Correio Braziliense, 2000
Prêmio Libero Badaró, Menção Honrosa, 1997
Salão FINEP de Fotojornalismo, Grande Prêmio com a foto "Abrigo de Menores", pelo Jornal da Tarde, 1996
Prêmio Esso de Fotografia, com "Novos Rebeldes", fotografia feita durante os dias do processo de Impeachment do então presidente Fernando Collor. Pela Agência Estado 1992
I Prêmio Fenícia de Imprensa- Melhor série de reportagens, pelo Jornal da Tarde, 1990
Prêmio "Porandubas" promovido pela PUC-SP, aberto a universitários em geral, 1980
Prêmio "Cena Brasileira", promovido pela Fotoptica (Thomas Farkas) e Editora Brasiliense, 1978
O texto que segue é um retrato daquilo que a cidade de Recife, capital do valioso estado de Pernambuco, pode se tornar caso não tenhamos um olhar crítico sobre as mazelas criadas, tanto por governos e cidadãos que não se preocupam em manter uma cidade sempre preparada para o bom convívio. Os nossos rios gritam, seus cílios são defenestrados. É preciso reagir!
"Emergência ! Um choque rápido ou o Recife morre de infarto ! Não é preciso ser médico para saber que a maneira mais simples de parar o coração de um sujeito é obstruindo suas veias. O modo mais rápido, também, de infartar e esvaziar a alma de uma cidade como Recife é matar seus rios e aterrar os seus estuários "
Trecho do manifesto "Caranguejos com cérebro", escrito em julho de 1992 pelo jornalista e músico Fred Zero Quatro.
Esse texto deu início ao movimento manguebeat, que revelou nomes como Mundo Livre S/A, Chico Science & Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, entre outros.
(Revista da Cultura, texto de Guilherme Bryan)
DIANTE DISSO É QUE CONCORRO AO PRÊMIO ONU HABITAT – POR UM MEJOR FUTURO URBANO. São 15 profissionais de vários países.
Tenho a convicção de que posso vencer mais esta etapa em minha vida. E trazer esse prêmio para honrar o nosso País.
Por isso, peço o teu voto. Clique na imagem: quando ela abrir, na direita, ao alto, vá em ‘CLICAR’ e assim poderemos assegurar que essa vitória internacional, mais uma vez, será do Brasil.
Agradeço a tua coragem em dar um basta àquilo que não contribui para a melhor imagem de nossas importantes cidades.
SÉRGIO AMARAL

Concurso de bolsas para apoiar reportagem investigativa

A Pública, primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do Brasil, lançou um concurso para apoiar o custeio de reportagens investigativas. O projeto das microbolsas de reportagem investigativa – que tem o apoio da Fundação Ford– faz parte dos esforços para alcançar esses objetivos gerais, com o foco específico nos repórteres que pretendem produzir jornalismo investigativo independente, inovador e em sintonia com as oportunidades que o momento atual oferece.

Destina-se, portanto, a jornalistas com experiência em reportagem e interesse em trabalhar com temas de interesse público de maneira independente, sem vínculo de exclusividade com veículos de mídia.

As reportagens devem ser realizadas em formato adequado à publicação online no site da Pública, em texto, incluindo fotos, ou vídeo (com o roteiro escrito). Cada uma das quatro propostas vencedoras receberá R$ 4.000 para a realização de reportagem em texto ou vídeo ao longo de três meses. O conteúdo será depois publicado no site da Pública.

As inscrições estão abertas até o dia 23 de março e devem ser feitas através do email: contato.publica@gmail.com.
A Pública tem como missão incentivar, produzir e difundir conteúdo jornalístico de qualidade pautado pelo interesse público, resgatando o papel do jornalismo como ferramenta da sociedade.

Buscando qualificar o debate democrático sobre temas importantes para o país, a Pública trabalha para estimular a produção e a cobertura de pautas que contribuam para a transparência pública, a justiça social e a defesa intransigente dos direitos humanos.

Clique aqui para ler o regulamento.

Sesc-SP paga bolsa de R$ 1.000 a estagiário de Jornalismo

Do  Comunique-se

O Sesc São Paulo está com vagas abertas para estágio em jornalismo. A seleção será para a unidade do Belenzinho (rua Padre Adelino, 1000), na zona leste da capital paulista, e a bolsa auxílio anunciada pela empresa é de R$ 1,026.

Para concorrer a uma das vagas é necessário ser estudante de jornalismo e estar, no mínimo no segundo ano (terceiro e quarto semestre) da graduação. Durante a seleção, será exigida a apresentação da matrícula relativa ao ano de 2012.

Além da bolsa superior a mil reais, o Sesc também oferecerá os seguintes benefícios aos estagiários de jornalismo: auxílio transporte, seguro de vida, matrícula do Sesc e refeição subsidiada. Os valores referentes a cada item não foram divulgados pela instituição.

Os interessados em estagiar no núcleo de comunicação do Sesc devem enviar e-mail para estagio@belenzinho.sescsp.org.br até a próxima terça-feira, 6 de março. Material enviado fora do prazo não será analisado. No campo “assunto”, o candidato deve informar o nome do curso e o horário em que estuda.

O Brasil que a TV nos mostra

Por Laurindo Lalo Leal Filho*, publicado originalmente na Revista do Brasil

O Brasil que se vê na TV está restrito ao Rio e a São Paulo, salvo raras exceções. Exibem-se nas novelas e nos telejornais lindas paisagens e graves problemas urbanos dessas metrópoles para todo o país. Fico a me perguntar o que interessa ao morador de Belém o congestionamento da Marginal do Tietê, exaustivamente mostrado pelas redes nacionais de TV? Não haveria fatos locais muito mais importantes para a vida dos telespectadores do Pará do que as mazelas da capital paulista?

No entanto, o conteúdo que vai ao ar não é determinado pelos interesses ou necessidades do telespectador, e sim, pela lógica comercial. Para o empresário de TV local, é mais barato e mais lucrativo reproduzir o que a rede nacional de televisão transmite, inserindo alguns comerciais da região, do que contratar profissionais para produzir seus próprios programas.

Para as grandes redes trata-se de uma economia de escala: com um custo fixo de produção, o lucro cresce à medida que os anúncios são veiculados num número crescente de cidades. Isso ocorre porque, como qualquer outra atividade comercial, a lógica do capital é a da concentração, regra da qual a televisão, movida pela propaganda, não escapa. Só que a TV não é, ou não deveria ser, apenas um negócio como outro qualquer. Por transmitir valores, ideias, concepções de mundo e de vida, ela é também um bem cultural, e não uma simples mercadoria.
Daí, a necessidade de ser regulamentada e ter os seus serviços acompanhados de perto pela sociedade.

Novas tecnologias abrem brechas

Como concessões públicas, as emissoras têm obrigação de prestar esses serviços de maneira satisfatória, atendendo às necessidades básicas de informação e entretenimento a que todos tem direito.
Caso contrário, caberiam reclamações, processos e punições, como ocorre em quase todas as grandes democracias do mundo. Aqui, além de não existirem órgãos reguladores capazes receber as demandas do público e dar a elas os devidos encaminhamentos, não temos uma legislação capaz de sustentar esse processo. Por aqui vale tudo. E quem perde é a sociedade, empobrecida culturalmente por uma televisão que a trata com desprezo.

Diretores de emissoras chegam a dizer, preconceituosamente, que “dão ao povo o que o povo quer”. Um caso emblemático da falta que faz essa legislação é o da produção e veiculação de programas regionais.

Se o mercado concentra a atividade televisiva no eixo Rio-São Paulo, cabe a lei desconcentrá-lo, como determina artigo 221 da Constituição, até hoje não regulamentado. Sua tramitação é seguidamente bloqueada no Congresso por parlamentares que representam os interesses dos donos das emissoras de TV. Em 1991 a então deputada Jandira Feghali apresentou um projeto de lei estabelecendo percentuais de exibição obrigatórios para produção regional de TV no Brasil. Doze anos depois, em 2003, após várias concessões feitas para atender aos interesses dos empresários, o texto foi aprovado na Câmara e seguiu para o Senado, onde dorme um sono esplêndido até hoje. São mais de vinte anos perdidos não apenas para o telespectador, impossibilitado de ver o que ocorre na sua cidade e região.

Perdemos também a oportunidade de abrir novos mercados de trabalho para produtores, jornalistas, diretores, atores e tantos outros profissionais obrigados a deixar suas cidades em busca de oportunidades limitadas nos grandes centros. Mas se os interesses empresariais das emissoras bloqueiam esse florescimento artístico e cultural, as novas tecnologias estão abrindo brechas nessas barreiras.

O barateamento e a diminuição dos equipamentos de captação de imagens impulsionaram o vídeo popular e a internet vem sendo um canal excelente de divulgação desses trabalhos.

Programação regional

Combina-se a vontade e a capacidade de fazer televisão fora das emissoras tradicionais com a necessidade do público de acompanhar aquilo que acontece perto de sua casa ou de sua cidade. O que não descarta a necessidade da existência de programação regional nas grandes emissoras, como forma de tornar o Brasil um pouco mais conhecido pelos próprios brasileiros.

 
*Sociólogo e jornalista. É professor de Jornalismo da ECA-USP